segunda-feira, 27 de março de 2017

Evento Será Realizado no Rio de Janeiro Entre os Dias 4 e 7 de Abril

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota publicada ontem (26/03) no site da Força Aérea Brasileira (FAB), tendo como destaque a participação da FAB na Defence & Security 2017.

Duda Falcão

LAAD 2017

Evento Será Realizado no Rio de Janeiro
Entre os Dias 4 e 7 de Abril

Uma das grandes novidades para o público será a interatividade no
estande da FAB, de quase 200 metros quadrados

Por Tem. Flávio Nishimori,
Agência Força Aérea
Publicado: 26/03/2017 08:00h


Gripen NG, KC-390 e PESE (Programa Estratégico de Sistemas Espaciais). Esses projetos estratégicos serão as grandes atrações do estande da Força Aérea Brasileira (FAB) na LAAD Defence & Security 2017. O evento será realizado entre os dias 4 e 7 de abril, no Riocentro, no Rio de Janeiro (RJ).

Uma das grandes novidades será a interatividade. No estande institucional, de quase 200 metros quadrados, haverá três videowall (monitores) com telas de 42 polegadas onde serão exibidos os projetos da FAB.

Além disso, por meio de oito totens e uma mesa interativa, os visitantes poderão conhecer vários programas desenvolvidos pela Força Aérea na área de defesa, como mísseis, bombas e veículos lançadores, entre outros.

LAAD – A feira é realizada bienalmente e reúne empresas nacionais e internacionais fornecedoras de equipamentos, serviços e tecnologias para as Forças Armadas e Forças Policiais, além de gestores de segurança de grandes corporações, concessionárias de serviços e infraestrutura crítica. A previsão é que mais de 600 expositores participem do evento. No total, o público visitante esperado é de mais de 37 mil profissionais qualificados do segmento.

“Os setores de defesa e segurança têm trabalhado de forma integrada e utilizam em suas operações as mais modernas soluções e tecnologias disponíveis. Especificamente no Brasil, que representa mais de 40% dos investimentos militares na América Latina, esses setores têm registrado crescimento nos últimos anos, atendendo à demanda por modernização e reaparelhamento das Forças Armadas do Brasil, por meio de projetos estratégicos”, destaca Sergio Jardim, diretor geral da Clarion Events Brasil, organizadora da LAAD Defence & Security.

A feira receberá 195 delegações oficiais provenientes de 85 países com destaque para Ministros de Defesa e autoridades das Forças Armadas da América Latina.


Fonte: Site da Força Aérea Brasileira (FAB) - http://www.fab.mil.br

Comentário: Bom leitor o que nos interessa nessa nota é o PESE (Programa Estratégico de Sistemas Espaciais) que, em tese, é a tentativa da FAB para adquirir autossuficiência em tecnologia espacial, inclusive de acesso ao espaço através de veículos lançadores. Pelo que sei uma das estratégias para se chegar a isso prevê inclusive a criação de uma empresa estatal nos moldes da VISIONA para atuar como empresa integradora nessa área de foguetes de sondagem e lançadores de satélites. Entretanto isto é em tese, mas o que se vê na prática é que o Comando da Aeronáutica não trata o assunto com o mesmo afinco, esmero e dedicação que faz, por exemplo, com os projetos do Gripen NG e do KC-390. Na realidade pelo que se sabe o PESE pouco ou nada avançou desde que foi criado, apesar de no final de dezembro do ano passado um contrato para fabricação de oito motores S50 do VLM-1 ter sido assinado com a empresa Avibrás (veja aqui), ação esta que creio tenha em parte algo haver com o PESE, apesar de ser financiado pela Agência Espacial Brinquedo (AEB) ligada ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações MCTIC), e não ao Ministério da Defesa. Enfim... vamos aguardar para ver o que a FAB apresentará sobre o PESE durante a LAAD 2017.

domingo, 26 de março de 2017

Imagens de Satélite Obtidas Pelo INPE Ajudam a Reduzir Impactos de Desastres Naturais

Olá leitor!

Segue abaixo nota postada dia (24/03) no site do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações (MCTIC), destacando que imagens de satélite obtidas pelo INPE ajudam a reduzir impactos de desastres naturais.

Duda Falcão

NOTÍCIAS

Imagens de Satélite Obtidas Pelo INPE Ajudam
a Reduzir Impactos de Desastres Naturais

Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais aprimora aquisição de imagens do
CBERS-4 em caráter emergencial. Utilizando o gravador de bordo do satélite,
é possível obter imagens de qualquer ponto do planeta.

Por Ascom do MCTIC
Publicação: 24/03/2017 | 15:25
Última modificação: 24/03/2017 | 15:44

Crédito: INPE
INPE recebe imagens gravadas no
computador de bordo do CBERS-4.

O monitoramento de desastres naturais é uma das aplicações mais importantes do sensoriamento remoto por satélites, contribuindo para a resposta e a redução dos impactos de deslizamentos de terra e inundações, provocados por eventos extremos. Por isso, o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), unidade de pesquisa do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), está aprimorando o sistema de aquisição de imagens em caráter emergencial do Satélite Sino-Brasileiro de Recursos Terrestres (CBERS-4, em inglês).

A iniciativa começou em março logo após a passagem do ciclone tropical Enawo por Madagascar, quando o INPE fez uma aquisição emergencial de imagens do CBERS-4. As imagens, obtidas por meio de gravador de bordo, foram gravadas e retransmitidas para os computadores do INPE.

Segundo o pesquisador do Departamento de Divisão de Processamento de Imagens do Inpe, Laércio Namikawa, os satélites de observação da Terra adquirem imagens ao longo de sua órbita, que podem ser enviadas simultaneamente ou gravadas a bordo do satélite. "Na aquisição mais comum, o INPE adquire imagens no modo simultâneo, o que limita a captura às imagens que estão na cobertura da antena de recepção em Cuiabá, no Mato Grosso. Utilizando o gravador de bordo, pode-se adquirir imagens de qualquer ponto do planeta", explica.

A ocorrência do ciclone em Madagascar permitiu ao INPE testar o procedimento de aquisição de imagens em uma região fora da cobertura da antena de Cuiabá, em uma situação emergencial. "Precisamos agora definir um procedimento para casos fora do Charter [International Charter Space and Major Disaster]. Já temos o contato com o Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres para este fornecimento."

O International Charter Space and Major Disasters é um consórcio de instituições e agências espaciais, do qual o INPE faz parte, que fornece dados orbitais em situações de emergência causadas por desastres naturais em todo o mundo. Para fazer parte do consórcio internacional, o INPE garante o fornecimento de imagens de alta qualidade e resposta rápida.

Na avaliação do pesquisador, as imagens obtidas de satélites demonstram como as tecnologias espaciais podem ser usadas nas tomadas de decisão para minimizar o impacto de desastres naturais. "As mesmas imagens utilizadas na resposta também servem para um planejamento que considere os fatores de risco a desastres", afirma.


Capacidade de Sensoriamento

O satélite CBERS-4 tem quatro câmeras de geração de imagens, com resoluções espaciais entre 5 e 64 metros e resoluções temporais de 5 a 52 dias. Desse modo, na resolução temporal mais alta, a cada cinco dias uma imagem sobre a mesma região é adquirida. Entretanto, a resolução espacial, que define o tamanho do menor objeto visível na imagem, é de 64 metros nesta imagem.

"Na prática, os eventos de alcance territorial maior, como as queimadas, são observados pelo CBERS-4 em intervalos de tempo menor, e os eventos de alcance menor, como a construção de uma casa, são observados em intervalos de tempo maiores. Ou seja, o conjunto de câmeras é adequado para a observação e monitoramento da maioria dos eventos geográficos. Em números, as imagens adquiridas sobre a América do Sul diariamente somam 60 gigabytes de informação bruta, que devem ser processadas e armazenadas pelo Inpe. Com o uso do gravador de bordo, estes números podem dobrar", informa Namikawa.

O Centro de Rastreio e Controle de Satélites do INPE, dedicado ao controle da órbita e à operação de satélites, é o responsável pela definição do dia e hora em função da região a ser "mapeada" e da programação destes horários no CBERS-4, em conjunto com o centro chinês, enviando os comandos apropriados para o satélite.

Mariana

O pesquisador afirma que imagens de satélite foram usadas no mapeamento da região afetada pela lama em Mariana (MG), após o rompimento de uma barragem. Isso porque o desastre teve as mesmas características de uma inundação. Adicionalmente, também foi possível visualizar a dispersão da lama ao longo do rio Doce e no Oceano Atlântico. O sensoriamento remoto também foi utilizado no deslizamento de terra na região serrana do Rio de Janeiro, em 2011. "As imagens captadas permitiram observar e quantificar os danos da tragédia", lembra o pesquisador do INPE.


Fonte: Site do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações (MCTIC)

sábado, 25 de março de 2017

Universidade Constrói Computador de Bordo Para Nanossatélite em Parceria Com o INPE

Olá leitor!

Segue abaixo nota postada dia (23/03) no site do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), destacando que a Universidade Federal do Ceará (UFC) desenvolveu em parceria com o instituto um computador de bordo para cubesats.

Duda Falcão

Universidade Constrói Computador de Bordo
Para Nanossatélite em Parceria Com o INPE

Quinta-feira, 23 de Março de 2017

Um computador de bordo para cubesats foi desenvolvido na Universidade Federal do Ceará (UFC) com o apoio do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). Aliando baixo custo e alta confiabilidade, o equipamento será utilizado no CONASAT, projeto do Centro Regional Nordeste (CRN) do INPE, localizado em Natal, em parceria com a Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).

Concebido para o Sistema Brasileiro de Coleta de Dados Ambientais, o projeto CONASAT também é voltado à capacitação de recursos humanos. Junto com as universidades, o INPE promove a inovação tecnológica nos ramos da eletrônica e de telecomunicações com base no uso de nanossatélites, especialmente cubesats.

"O computador de bordo está sendo desenvolvido para os nanossatélites da constelação CONASAT e, também, poderá ser usado em outras missões de cubesats", informa Manoel Jozeane Mafra de Carvalho, chefe do CRN/INPE.

Batizado de Open OBC, por ser um computador de bordo com padrão de hardware e software abertos, o equipamento foi o principal resultado da dissertação de mestrado de David Freitas M. Mota, sob a orientação de João Cesar Moura Mota e Jarbas Aryel Nunes da Silveira, do Departamento de Engenharia de Teleinformática (DETI) do Centro de Tecnologia da UFC.

Ricardo Galvão, diretor do INPE, esteve no Centro de Tecnologia da UFC, em Fortaleza, no dia 14 de março. Na ocasião, os dirigentes e pesquisadores discutiram a integração do computador de bordo realizado na UFC com os demais subsistemas da plataforma do nanossatélite e com a carga útil, o transponder DCS, desenvolvido pela equipe de Natal.

Open OBC 

A arquitetura do computador de bordo Open OBC utiliza o processador TMS570LS0432 da Texas Instruments, que possui: núcleo ARM Cortex-R4 em duas CPUs; detecção e correção de falhas em suas memórias RAM e ROM internas; hardware BIST tanto na CPU quanto na memória RAM; e outras características de segurança como o monitoramento do clock e da tensão de alimentação. Uma memória flash externa foi utilizada para armazenamento de código e dados.

Há duas interfaces I2C para a comunicação com os subsistemas existentes em um cubesat, sendo uma exclusiva para comunicação com o transponder. A arquitetura é complementada por uma interface UART para diagnóstico e depuração, sinais PWM para acionamento das bobinas de torque e entradas ADC para medição da intensidade da luz solar nas faces do satélite. Estão previstos ainda um cartão MicroSD para armazenamentos de dados e uma interface CAN para tráfego de informações transmitidas em tempo real, garantindo, assim, um controle rígido de erros e a recepção de mensagens. O computador de bordo foi eletronicamente testado e está apto à integração com os demais subsistemas.

Computador de bordo desenvolvido na UFC.


Fonte: Site do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)

Comentário: Notícia maravilhosa esta, é mais um estado nordestino entrando para ‘Era Espacial’. Parabéns a galera da Universidade Federal do Ceará (UFC) e leitor, em breve os cearenses desta mesma universidade divulgarão algo tão significativo quanto. Aguardem! Aproveito para lembrar aos nossos leitores o que vem ocorrendo nos últimos dias no âmbito das atividades espaciais do país. Primeiramente foi o Laboratório Associado de Combustão e Propulsão (LCP) do INPE que anunciou o desenvolvimento de um combustível limpo e mais barato para foguetes e motores de satélites (veja aqui), posteriormente a AEB anunciou que um Engenheiro dela Desenhou e Qualificou Suportes de Antena para o Satélite Frankenstein Francês SGDC (veja aqui), depois foi anunciado à continuidade dos testes na Alemanha com o motor foguete líquido L75 (espero que para algo útil de verdade) (veja aqui), depois foi anunciado o inicio do Mestrado Profissional em Engenharia de Computação e Sistemas Aplicados à Engenharia Aeroespacial da Universidade Estadual do Maranhão (UEMA) (veja aqui), depois a AEB divulgou que um de seus engenheiros desenvolveu um método que aumenta o tempo de vida do Satélite Frankenstein Francês SGDC (veja aqui), depois à Universidade de Brasília (UnB) anunciou ter realizado uma bateria de testes com um motor híbrido para satélites (veja aqui), e agora essa notícia sobre este computador de bordo para cubesats. É pouco? Na verdade sim, bastante, se levarmos em conta os 56 anos de atividades espaciais do país e da clara falta de responsabilidade governamental para com esse crucial programa para o futuro do Brasil, mas diante das circunstancias, é musica para nossos ouvidos.

sexta-feira, 24 de março de 2017

Astrônomos Brasileiros Descobrem Duas Novas Chuvas de Meteoros

Olá leitor!

Segue abaixo uma interessante notícia postada hoje (24/03) no site “Apollo11.com”, destacando que Astrônomos Brasileiros descobrem duas novas chuvas de meteoros.

Duda Falcão

Editoria: Astronomia

Astrônomos Brasileiros Descobrem
Duas Novas Chuvas de Meteoros

Sexta-feira, 24 mar 2017 - 10h19

O dia 20 de março de 2017 se torna mais uma data importante para a ciência no Brasil. O Meteor Data Center, órgão ligado à União Astronômica Internacional incluiu, pela primeira vez na sua lista geral de chuvas de meteoros, duas descobertas feitas por brasileiros.

Composição das órbitas dos meteoros do radiante August Caelids.

A descoberta dos novos radiantes, posições celestes de onde parecem partir os meteoros, foi realizada pelos pesquisadores ligados à BRAMON, Rede Brasileira de Observação de Meteoros, após três anos de coleta de dados.

As novas chuvas foram batizadas Epsilon Gruids (EGR) e a August Caelids (ACD) e estão localizadas nas constelações do Grou e do Cinzel, respectivamente.

Desde 2014 a BRAMON tem realizado um trabalho extremamente valioso ao monitorar os céus do país e atualmente conta com 82 estações de automáticas, distribuídas em 19 estados. Desde que começou a funcionar, já registrou mais de 86 mil meteoros.

As Chuvas de Meteoros

Os trabalhos que culminaram com a descoberta tiveram início no final de 2016, quando os pesquisadores Carlos "Apodman" Di Pietro, de São Paulo e Marcelo Zurita, de João Pessoa, observaram que um grupo de meteoros parecia surgir de um único ponto no céu, mais precisamente na constelação do Grou.

Para confirmar de que se tratava de uma nova chuva de meteoros os pesquisadores precisaram realizar uma série de provas até que no final de janeiro de 2017, outro integrante da BRAMON, Lauriston Trindade, de Maranguape, CE, integrou o grupo de pesquisa com objetivo de auxiliar nos cálculos e conseguir a validação da descoberta.

“Foram centenas de cálculos e muita leitura envolvendo milhares de meteoros. Além disso, tivemos que desenvolver novas ferramentas matemáticas para facilitar o trabalho. Foi um mês de trabalho dedicado", disse Lauriston.

A Descoberta

Após a validação dos cálculos, feita por Apodman, o grupo concluiu que havia descoberto não só uma, mas duas novas chuvas de meteoros.

De posse dos dados orbitais, os pesquisadores enviaram os relatórios ao Meteor Data Center, órgão internacional que coordena e cataloga esse tipo de fenômeno. Finalmente, em 20 de março, União Astronômica Internacional reconheceu a descoberta.

Descobertas desta natureza possuem muitos significados para a comunidade científica, pois mostra o poder de uma rede de pesquisa voluntária e colaborativa, formada por cidadãos comuns que tem interesse em produção e divulgação científica.


Fonte: Site Apolo11 -  http://www.apolo11.com/

Comentário: Pois é leitor, enquanto o PEB segue sem rumo e vivendo de fantasias, a Astronomia Brasileira por sua vez segue avançando e apresentando resultados cada vez mais significativos. Parabéns aos pesquisadores da rede BRAMON, estou vibrando com esta descoberta.

Estudantes se Preparam Para a Olimpíada Brasileira de Física Com aulas no CBPF

Olá leitor!

Segue abaixo nota postada hoje (24/03) no site do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações (MCTIC), destacando que Estudantes se preparam para a Olimpíada Brasileira de Física com aulas no pelo Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF).

Duda Falcão

NOTÍCIAS

Estudantes se Preparam Para a Olimpíada
Brasileira de Física Com aulas no CBPF

São 129 alunos do 9º ano do ensino fundamental e do ensino médio, de escolas públicas e
particulares, participando das aulas realizadas no Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas,
em parceria com a UFRJ. Objetivo é divulgar a ciência e motivar os jovens a ingressar
nas carreiras científicas. Curso acontece aos sábados, até outubro deste ano.

Por Ascom/MCTIC
Publicação: 24/03/2017 | 11:08
Última modificação: 24/03/2017 | 11:24

Crédito: CBPF
Primeira fase da OBF acontece no dia 8 de maio.

Estudantes que vão disputar a Olimpíada Brasileira de Física (OBF) contam com o reforço do curso preparatório oferecido pelo Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF) em parceria com a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Para o curso, foram selecionados 129 alunos do 9º ano do ensino fundamental e do ensino médio. Do total, 25% são de escolas públicas. As aulas serão realizadas todos os sábados até outubro deste ano. 

"É uma atividade fundamental para divulgar ciência, em especial, a física para os jovens, com o intuito de motivá-los a optar futuramente por carreiras científicas", disse o pesquisador João Paulo Sinnecker, coordenador da pós-graduação do CBPF.

"O objetivo é ajudar na preparação dos alunos paras as provas da OBF, divulgar as pesquisas na fronteira da física e, com isso, atrair jovens talentos para as ciências exatas", completou o pesquisador Rodrigo Capaz, da UFRJ.

Segundo ele, o projeto da ‘Equipe UFRJ-OBF' começou no ano passado como um projeto-piloto, só com alunos do 2º ano do ensino médio. "Para este ano, conseguimos um financiamento da Fundação Lemann, o que nos permitiu ampliar o projeto. Surgiu também a ideia de realizar as atividades aos sábados, estabelecendo uma parceria com o CBPF", explicou Capaz.

OBF

Realizada desde 2006 pela Sociedade Brasileira de Física, a OBF tem como objetivos despertar e estimular o interesse pela física, proporcionar desafios, aproximar as universidades do ensino médio e identificar grandes talentos em física, preparando os estudantes para as olimpíadas internacionais e estimulando o ingresso nas carreiras científicas e tecnológicas. As inscrições devem ser feitas pelas escolas até 8 de maio, sendo que a primeira das três fases da competição será realizada nas próprias escolas no dia 8 de maio. A OBF tem o apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Saiba mais


Fonte: Site do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações (MCTIC

Professor e Alunos do Ubatubasat Serão Parceiros da AEB na Divulgação das Atividades Espaciais

Olá leitor!

Segue abaixo nota postada ontem (23/03) no site do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações (MCTIC), destacando que o Professor Cândido Moura e os e três de seus alunos do Programa Ubatubasat, estiveram na quarta-feira (22/03) visitando a sede da Agência Espacial de Brinquedo (AEB), em Brasília, além de participarem na Universidade de Brasília (UnB) dos testes com um motor híbrido para satélites desenvolvido por esta universidade.

Duda Falcão

NOTÍCIAS

Professor e Alunos do Ubatubasat Serão
Parceiros da AEB na Divulgação
das Atividades Espaciais

Em Brasília (DF), professor Cândido Mendes e três estudantes que participaram do
projeto de iniciação científica em Ubatuba (SP) visitaram a Agência Espacial Brasileira.
Além disso,eles participaram dos testes com um motor híbrido para satélites
desenvolvido por alunos de engenharia da Universidade de Brasília (UnB).

Por Ascom do MCTIC
Publicação: 23/03/2017 | 17:32
Última modificação: 23/03/2017 | 17:42

Foto: Crédito AEB
Estudantes participaram de testes com motor hibrido desenvolvido
por alunos do curso de engenharia aeroespacial da UnB.

A Agência Espacial Brasileira (AEB) recebeu, na quarta-feira (22), a visita do coordenador e três estudantes do projeto de iniciação científica Ubatubasat, desenvolvido na Escola Municipal Presidente Tancredo de Almeida Neves, em Ubatuba (SP), que resultou na construção e lançamento do nanossatélite Tancredo-1 ao espaço no fim do ano passado. Na visita à AEB, o professor Cândido Moura e os alunos Rafaela Torres, Carlos Alberto Oliveira Filho e Yeté Abunã Labarca conheceram as instalações e discutiram a divulgação das atividades espaciais no Brasil. 

"A AEB apoiou o lançamento do Tancredo-1 e é muito importante que eles conheçam o que fazemos, como coordenamos o Programa Espacial Brasileiro. Agora eles sabem como é feito o nosso trabalho. Depois dessa visita, eles serão também divulgadores das atividades espaciais", afirmou o diretor de Satélites, Aplicações e Desenvolvimento da AEB, Carlos Gurgel. 

Após a passagem pela AEB, o grupo participou de uma bateria de testes com um motor híbrido para satélites que está sendo desenvolvido por alunos do curso de engenharia aeroespacial da Universidade de Brasília (UnB), com apoio técnico e financeiro da entidade vinculada ao MCTIC. A demonstração da atividade pode ser vista aqui

O Tancredo-1

Com 9 centímetros de diâmetro e 13 centímetros de altura, o Tancredo-1, nanossatélite de 700 gramas, foi totalmente construído no Brasil com apoio da AEB e também do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). O equipamento está na órbita da Terra, a 400 quilômetros de altitude, e conduz experimentos para estudar a formação de bolhas de plasma na atmosfera, fenômeno que interfere na captação de sinais de satélites e em antenas parabólicas instaladas em regiões próximas à linha do Equador, por exemplo. O nanossatélite também carrega um gravador, que propaga uma mensagem gravada pelos alunos.


Fonte: Site do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações (MCTIC)

Comentário:  Bom leitor, creio que num contexto geral esse compromisso de divulgar para a Sociedade Brasileira as atividades espaciais do país, deveria na realidade ser um compromisso de todos que participam ou se interessam pelo desenvolvimento desse setor no Brasil. No entanto, desde que se faça da forma correta e com responsabilidade e não (plagiando os religiosos) vendendo  a alma ao demônio. A imagem de um educador como o Prof. Cândido Moura precisa ser preservada e não usada para divulgar inverdades como vem ocorrendo com esta Agencia de Merda neste caso do Satélite Frankenstein francês SGDC. Abra o olho Prof. Cândido, quem não tem credibilidade, faz de tudo para buscar entre aqueles que têm, a credibilidade que necessita para seus nefastos objetivos. Quanto ao teste do motor-hibrido para satélites, fico feliz de saber que este projeto esta avançando. Parabéns ao Grupo de Propulsão Híbrida da UnB.

quinta-feira, 23 de março de 2017

Engenheiro Colabora no Processo de Montagem e Integração do SGDC

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada ontem (23/03) no site da Agência Espacial Brasileira (AEB) destacando que engenheiro formado na Universidade de Brasélia (UnB) colaborou no processo de montagem e integração do SGDC.

Duda Falcão

Engenheiro Colabora no Processo
de Montagem e Integração do SGDC

Coordenação de Comunicação Social – CCS
23/03/2017


Formado pela Universidade de Brasília (UnB) em Engenharia Mecânica, com mestrado em Ciências Mecânicas, Cristiano Vilanova foi um dos técnicos que participou da montagem e integração técnica do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC), em Cannes, na França.

Entre idas e vindas, Cristiano ficou cerca de dois anos em Cannes. Ele conta que acompanhou todas as fases e etapas do satélite, dando ênfase para a de seu domínio, ou seja, a parte de integração mecânica, “Eu espero ser capaz de fazer tudo que diz respeito à montagem e integração”.

“A montagem é simplesmente colocar os equipamentos nos lugares, já a integração garante o funcionamento dos equipamentos. Além de fixar os equipamentos, você tenta garantir a conexão com as outras partes do satélite para evitar danos em alguma peça. Se tudo estiver correto, o satélite está integrado. Todo equipamento tem um critério de integração”, ressalta o engenheiro.

O conhecimento adquirido no programa de absorção e transferência de tecnologia não ficou restrito ao SGDC, mas também poderá ser aplicado à construção de outros satélites. Cristiano revela: “São vários os requisitos que precisam ser demonstrados, como a questão da internet, na área militar. Aí entram os testes. À medida que o equipamento vai sendo montado vai se antecipando os testes”.

Ele afirma que a ideia é aplicar esses conhecimentos que adquiriu em futuros projetos de satélites brasileiros. “A Agência Espacial Brasileira (AEB) está com uma filosofia de desenvolvimento de microssatélite. A ideia é elaborar um plano de integração para esse satélite. Sair da área burocrática e desempenhar um trabalho mais técnico”, finaliza o engenheiro.

Com 5 metros de altura e pesando 5,8 toneladas, o SGDC é um projeto do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) e Ministério da Defesa.  O satélite ficará posicionado a uma distância de 36 mil quilômetros da Terra, cobrindo todo o território nacional e parte do oceano Atlântico. Ele vai operar nas bandas X e Ka, destinadas respectivamente ao uso militar — que representa 30% da capacidade total do equipamento — e ao uso cívico-social, provendo banda larga às regiões mais remotas do Brasil – que representa os outros 70% da capacidade total do satélite.


Fonte: Site da Agência Espacial Brasileira (AEB)

Comentário:  Agora sim leitor, mesmo que por uma inconsciente estupidez da CCS dessa agencia de merda, através do relato da história da participação deste engenheiro no projeto deste Satélite Frankenstein, a mesma  esclareceu o que realmente os técnicos brasileiros realizaram na França, ou seja, mesmo sendo taxado de programa de absorção e transferência de tecnologia, não foi isto que na realidade aconteceu, como já havíamos dito.  Pra que fique bem claro ao leitor, os técnicos brasileiros aprenderam como montar, integrar e operar um satélite deste porte, ponto, e não há a menor dúvida quanto a isto, a questão aqui não é essa, e sim a não participação dos técnicos brasileiros no desenvolvimento das partes do satélite que foram efetivamente desenvolvidas, isto não só pela fato da maioria das partes serem de prateleira (já desenvolvidas), bem como pelo fato de não terem acesso ao desenvolvimento das partes sensíveis do satélite, e é aí que deveria existir a transferência de tecnologia através de um processo de desenvolvimento conjunto,  bem como também encontra-se a insegurança deste satélite, especialmente por ser um satélite também de Defesa.

Engenheiro da AEB Desenvolve Método Que Aumenta Tempo de vida do SGDC

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada hoje (20/03) no site da Agência Espacial Brasileira (AEB) destacando que engenheiro da agência desenvolveu Método que aumenta tempo de vida do Satélite Frankenstein Francês SGDC.

Duda Falcão

Engenheiro da AEB Desenvolve Método
Que Aumenta Tempo de vida do SGDC

Coordenação de Comunicação Social – CCS
23/03/2017


O engenheiro mecânico Erlan Cassiano, da Agência Espacial Brasileira (AEB), constatou que o volume adicional do tanque de combustível do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC), prestes a ser lançado ao espaço, em Kourou, na Guiana Francesa, poderia aumentar em até seis meses a vida do satélite.

Cassiano faz parte do seleto grupo de profissionais enviado a Cannes, na França, que integrou o processo de absorção e transferência de tecnologia firmado com a Thales Alenia Space e o governo brasileiro para capacitação de técnicos.

Erlan ficou dois anos e oito meses em Cannes. Após a seleção interna feita pela AEB, ele fez os cursos iniciais e avançados ministrados pela Thales, os quais nivelaram todos os candidatos selecionados.

“Cada candidato foi trabalhar na área de seu interesse, supervisionado por um coach que fazia a interface entre a Thales e o grupo de absorção de tecnologia. Eu fui para a área de propulsão de satélite, já trabalhava com isso nos laboratórios da UnB, mas ainda não tinha experiência com propulsão satelital”, disse.

“O tempo de vida do satélite é limitado pela quantidade de combustível que é colocada em órbita. Erlan observou que uma pequena margem de volume de combustível não era considerada adequadamente pela metodologia de carregamento do tanque. O tanque tem a espessura muita fina, o combustível fica pressurizado, e com isso o tanque se expande. Isso permite a colocação de um volume adicional”, afirmou o engenheiro formado pela Universidade de Brasília (UnB).

“Cada candidato foi trabalhar na área de seu interesse, supervisionado por um coach que fazia a interface entre a Thales e o grupo de absorção de tecnologia. Eu fui para a área de propulsão de satélite, já trabalhava com isso nos laboratórios da UnB, mas ainda não tinha experiência com propulsão satelital”, disse.

“Em Cannes aprendi como especificar equipamentos, quando um satélite vai para o espaço, bem como sua posição ideal, aprendi fazer correções ao longo da vida do satélite, por causa do sol, da lua e da própria gravidade da terra. Para acertarmos todos esses fatores temos que usar o sistema de propulsão. No caso do SGDC são utilizados um combustível e um oxidante, temos que prever tudo para o sistema funcionar bem ao longo dos 15 anos de vida”, ressaltou.

“Uma das minhas principais tarefas lá era avaliar a performance do satélite ao longo da vida. Tive que avaliar a vida útil do satélite como ia ser a pressão, a performance dos propulsores, a variação de temperatura e a medição do combustível”, concluiu. O método sugerido por Erlan foi levado à empresa, a sugestão foi validada e incorporada ao projeto.



Fonte: Site da Agência Espacial Brasileira (AEB)

Comentário:  Kkkklkkkk, essa agencia de merda está fazendo de tudo na guerra da desinformação para justificar esse projeto desastroso. Porém, digamos que essa notícia seja verdadeira, ou da poltrona, a OTAN agradece, rsrsrsrsrs. Faça-me uma garapa.

Brasil Desenvolve Tecnologia Para Lançamento de Satélites Produzidos no País e Com foguete Próprio

Olá leitor!

Segue abaixo mais uma notícia postada ontem (22/06) no site da “Agência Reuters Brasil” destacando que o Brasil está desenvolvendo tecnologia para lançamento de satélites produzidos no país e com foguete próprio.

Duda Falcão

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Brasil Desenvolve Tecnologia Para
Lançamento de Satélites Produzidos
no País e Com foguete Próprio

Por Brad Haynes
Quarta-feira, 22 de março de 2017 15:28 BRT

KOUROU, Guiana Francesa (Reuters) - O Brasil está desenvolvendo tecnologia para enviar satélites produzidos no país e com seus próprios foguetes até o final da década, afirmaram executivos do setor aeroespacial e autoridades antes do lançamento do primeiro satélite de comunicação e defesa do país.

O lançamento do satélite produzido na França, o primeiro projeto do tipo liderado pelo setor privado no Brasil, foi originalmente previsto para terça-feira, mas remarcado para a noite desta quinta-feira por causa de protestos em torno do local de decolagem, na Guiana Francesa.

O satélite geoestacionário de 5,8 toneladas vai transmitir Internet em alta velocidade de uma altitude de 36 mil quilômetros para regiões remotas do Brasil e fornecer canais de comunicação segura para membros das Forças Armadas e do governo.

A missão de lançamento ganhou urgência depois das revelações em 2013 de que a agência nacional de segurança dos Estados Unidos NSA tinha espionado a ex-presidente Dilma Rousseff.

"Nós não podemos garantir a soberania do Brasil enquanto nossas comunicações estão sendo transmitidas por satélites de outros países", disse José Raimundo Braga Coelho, presidente da Agência Espacial Brasileira (AEB). "O Brasil é um país gigantesco e precisamos de satélites brasileiros sobre ele."

O lançamento marca um renovado esforço para expandir a indústria aeronáutica brasileira para o espaço, com a Embraer, terceira maior fabricante de aviões comerciais do mundo, buscando se consolidar como fornecedora nacional.

A subsidiária da Embraer Visiona, uma joint-venture com a estatal Telebras, foi uma das principais contratadas no projeto do satélite de 1,3 bilhão de reais. A Visiona subcontratou a montagem do satélite para a francesa Thales, que também treinou dezenas de engenheiros brasileiros e contratou a Arianespace para o lançamento.

Apesar da indústria brasileira ter sido responsável por pequena fração do satélite, ela poderia fornecer a maioria dos componentes para uma classe menor de satélite, com peso de cerca de 100 quilos e que orbita a cerca de 1.000 quilômetros, disse o presidente da Visiona, Eduardo Bonini.

O executivo afirmou que um "micro satélite" deste tipo, que a Visiona poderá lançar dentro de dois a três anos, poderá atender missões importantes no Brasil, desde acompanhamento da situação de reservatórios de hidrelétricas e de desmatamento a monitoramento da fronteira de 17.000 quilômetros do país.

Coelho afirmou que pesquisadores do Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE) também estão desenvolvendo tecnologia proprietária de foguetes que poderão colocar em órbitas baixas micro satélites até 2019. "A demanda existe", disse Bonini. "É uma questão do governo definir prioridades."

Enquanto a Visiona espera uma definição sobre o próximo satélite do Brasil, Bonini afirmou que a empresa está buscando fontes mais estáveis de receita, como contratos sobre processamento de imagens obtidas por redes de micro satélites. A Visiona registrou vendas de cerca de 8 milhões de reais com este serviço no ano passado, disse o executivo.


Fonte: Site da Agência Reuters Brasil - http://br.reuters.com/

Comentário: Leitor esta é mais uma mistureba de inverdades divulgadas por esses vermes para ficarem bem na fita perante a Sociedade. Como já disse diversas vezes este Satélite não tem nada de benéfico que um projeto de satélite semelhante não pudesse oferecer, mas tudo de ruim devido à forma como foi conduzido todo o processo do acordo assinado com os franceses, motivado na realidade pela forma discutível como foi criada esta empresa VISIONA. Quanto ao tal desenvolvimento de foguete próprio para lançamento de satélites isto é pura falácia e fica claro até mesmo no comentário do próprio presidente da Visiona, Eduardo Bonini: “"A demanda existe", disse Bonini. "É uma questão do governo definir prioridades." Leitor, coloque isto na cabeça, não existe neste momento qualquer interesse do Governo Brasileiro (independente de cor – para quem não entendeu, leia legenda partidária safada) de desenvolver no Brasil um lançador de satélites antes de 2022, como deixou bem claro em julho de 2010 (um garfe jamais repetido) o ex-secretário Samuel Guimarães da Secretária de Assuntos Estratégicos (SAE) da Presidência da Republica do segundo governo do humorista LULA (veja aqui). Na época esse energúmeno disse: “O Programa Espacial Brasileiro faz parte do Plano Brasil 2022, e define como meta a colocação em órbita de dois satélites geoestacionários brasileiros e o lançamento do primeiro veículo lançador de satélites (VLS) até o ano 2022, quando o país completa o bicentenário de sua independência”. Leitor, esses vermes vagabundos vem vendendo há décadas a soberania do país nesta área a potencias de varias cores, e caso o VLM-1 saia realmente do papel, isto só ocorrerá, como disse esse energúmeno, a partir de 2022, quando então fará pouca diferença para potencias estrangeiras a autossuficiência espacial brasileira, principalmente se todo o processo continuar nas mãos desses vermes incompetentes e corruptos. Leitor se o Governo Brasileiro quisesse realmente desenvolver um lançador de satélites de pequeno porte com o conhecimento e profissionais que temos, bastava o governo reunir uma equipe qualificada e motivada, dar todo o apoio logístico, politico, financeiro e cobrar por resultados que, se valendo das tecnologias já existentes no país, colocaríamos uma satélite no espaço em dois ou três anos, ou talvez antes. Aproveitamos para agradecer ao leitor Jahyr Jesus Brito pelo envio dessa notícia.

Após Três Tentativas Frustradas, Governo Não Sabe Quando Lançará Satélite SGDC

Olá leitor!

Segue abaixo uma notícia postada ontem (22/03) no site “G1” do globo.com, informando  que depois de três tentativas frustradas, o governo brasileiro não sabe quando lançará o Satélite Frankenstein Francês SGDC.

Duda Falcão

ECONOMIA

Após Três Tentativas Frustradas, Governo
Não Sabe Quando Lançará Satélite

Satélite geoestacionário será lançado da Guiana Francesa, mas, com greve no país,
governo já adiou cerimônia por três vezes. Ministério diz que ainda não há nova previsão.

Por Luciana Amaral,
G1, Brasília 
22/03/2017 20h01
Atualizado há 15 horas 

O Ministério da Ciência, Tecnologia e Comunicações informou nesta quarta-feira (22) que, após três tentativas frustradas, o governo brasileiro não sabe mais quando lançará o Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas. 

O satélite será lançado da Guiana Francesa, mas uma greve no país fez com que a cerimônia fosse adiada três vezes.

Inicialmente, o equipamento seria lançado da cidade de Kourou para o espaço nesta terça (22), mas o governo adiou para esta quarta (22) e, depois, para quinta (23).

De acordo com a imprensa da Guiana Francesa, a greve local é promovida por funcionários de uma empresa de energia elétrica e de um centro médico. Durante os protestos, foram feitas barricadas na entrada do centro espacial com carros, pneus e pedaços de madeira.

Agora, o governo brasileiro e a empresa aeroespacial Arianespace aguardam o fim dos protestos para poder definir a data do lançamento. Ao todo, o projeto custou R$ 2,1 bilhões.

O Satélite Brasileiro

O satélite gira na mesma velocidade da Terra e fica "estacionado" sobre um mesmo ponto do planeta. Ele é utilizado em telecomunicação, meteorologia e comunicações militares. Atualmente, o governo aluga o sinal de satélites privados.

O equipamento será o primeiro satélite brasileiro que poderá ser utilizado para fins civis e militares.

Entre os objetivos do satélite, estão: 

* ampliar a oferta de internet banda larga no Brasil (com foco em áreas de difícil acesso);

* ajudar as Forças Armadas em operações nas fronteiras;

* auxiliar ações de resgate em alto mar;

* ajudar a segurança do espaço aéreo.

Construção

O satélite pesa 5,8 toneladas e tem 5 metros de altura. O equipamento vai ficar posicionado a 36 mil quilômetros da Terra e cobrirá todo o território brasileiro, além do Oceano Atlântico. A previsão de vida útil do satélite é de 18 anos. 

A construção do satélite foi feita em Cannes e Toulouse, na França, pela empresa Thales Alenia Space, e durou 2 anos. O projeto foi supervisionado pela Visiona Tecnologia Espacial (parceria entre Embraer e Telebras).

De acordo com o Ministério da Defesa, o processo envolveu transferência de tecnologia e intercâmbio entre profissionais brasileiros dessas empresas e da Agência Espacial Brasileira (AEB) e do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). 


Fonte: Site “G1” do globo.com – 22/03/2017

Comentário: Tá aí a notícia