quarta-feira, 16 de agosto de 2017

PEB Foi Debatido Esta Manhã na Comissão de Ciência e Tecnologia (CCT) do Senado

Olá leitor!

Como informamos ontem (15/08) foi realizada esta manhã (a partir das 08:30) na Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT) do Senado mais uma dessas palhaçadas intitulada de audiência publica para debater o Programa Espacial Brasileiro (PEB).

O pedido para o debate foi do meu conterrâneo Senador Otto Alencar (PSD-BA) e contou a participação do Comandante da Aeronáutica, Tenente-Brigadeiro do ar Nivaldo Luiz Rossato.

Caso você seja um leitor ainda com saco para ouvir em pouco mais de 1h30 minutos o que foi debatido neste evento, veja abaixo o vídeo produzido pela TV Senado desta nova palhaçada protagonizada por esse vermes.

Duda Falcão

Jovem de Itajubá-MG Descobre Suposto Meteorito e Solicita Ajuda de Um Especialista da Área

Olá leitor!

Alguns dias atrás, enquanto estava afastado de minhas atividades no Blog devido ao acidente, foi procurado por um jovem de Itajubá-MG, Bruno Guimaraes Tavares, de 26 anos, solicitando que o ajudasse a identificar a origem de uma pedra encontrada recentemente por ele que ele acredita ser um meteorito, coisa que só poderei fazer com ajuda de um leitor do Blog especialista na área.

Segundo Bruno dias atrás ele e alguns amigos foram nadar em uma cachoeira próxima de Itajubá, e enquanto brincavam de pega a pega, o Bruno encontrou um buraco de 1 metro e meio e dentro dele o suposto meteorito que brilhava muito com a luz do sol sobre ele.

Ainda segundo Bruno, a pedra não é radioativa e não atua como um imã, ou seja, não contem ferro e em sua opinião não é minério.

O jovem mineiro solicita que algum especialista se interesse pelo caso e o procure pelo e-mail: tavaresbruno229@gmail.com

Veja abaixo algumas fotos do suposto meteorito enviadas o Blog pelo jovem Bruno.

Duda Falcão

Unidos Voamos Mais Alto: Cooperação Tecnológica Nacional da COBRUF

Olá leitor!

A Associação COBRUF postou também no dia (12/08) em seu Blog Oficial, uma nota explicando a diferença entre a “Cooperação Tecnológica Nacional da COBRUF” e a “Cobruf Rockets”, relatando um pouco mais sobre o Foguete-Padrão 2 (FP2) da COBRUF em desenvolvimento e sobre a Base Lançadora da COBRUF. A nota também apresenta todos os 16 grupos que fazem parte desta iniciativa, e as respectivas atuações de cada grupo na mesma. Veja abaixo.

Duda Falcão

Unidos Voamos Mais Alto: Cooperação
Tecnológica Nacional da COBRUF

Por Emersson Nascimento*
Blog da Associação COBRUF
12/08/2027

Créditos: NASA/Reid Wiseman
Brasil da Estação Espacial Internacional. 

Mais do que combustíveis, motores e espaçonaves, a peça fundamental para a exploração espacial são as pessoas com seus esforços e sacrifícios pela conquista do extraordinário. O protagonismo do Brasil na maior aventura da história da humanidade depende da democratização do Programa Espacial Brasileiro, que deve ser acessível a talentos de diversas regiões do país e deve ensinar os métodos mais avançados de desenvolvimento de missões espaciais aos estudantes de ciências, tecnologias, engenharias e matemática.

Com esse intuito, a Associação COBRUF está coordenando 16 grupos aeroespaciais universitários, unidos, na maior cooperação tecnológica aeroespacial e universitária da história do Brasil: A Cooperação Tecnológica Nacional da COBRUF (CTNC). Esta cooperação desenvolverá — até o evento COBRUF 2017 — o Foguete-Padrão 2 da COBRUF (FP2) e a Base Lançadora da COBRUF (BLC): duas tecnologias educacionais críticas para a democratização do setor espacial brasileiro, que visam se tornar referências para equipes nacionais e internacionais de foguetemodelismo universitário de alta potência.

Cooperação ou Competição?

Créditos: Associação COBRUF
Panorama de grupos aeroespaciais universitários
representados na COBRUF 2017.

A COBRUF Rockets 2017 e a Cooperação Tecnológica Nacional da COBRUF são dois projetos distintos e paralelos da Associação COBRUF, ambos englobados na COBRUF 2017. A COBRUF Rockets é focada na competição entre equipes e suas próprias tecnologias. Já a CTNC é focada na demonstração de tecnologias educacionais de exploração espacial, desenvolvidas conjuntamente pelos Grupos Cooperadores da COBRUF, sem relação direta com a competição. Desta forma, apesar de ser lançado durante o mesmo evento, o FP2 não faz parte das modalidades de competição da COBRUF Rockets.

24 grupos aeroespaciais universitários estarão representados na COBRUF 2017. Destes, 16 participarão da CTNC e 13 participarão da competição COBRUF Rockets, havendo algumas intersecções de grupos participantes de ambas.

Unidos Voamos Mais Alto

Grupos Aeroespaciais Universitários na Cooperação
Tecnológica Nacional da COBRUF.

O FP2 e a BLC estão sendo desenvolvidos de forma policêntrica, onde cada Grupo Cooperador desenvolve uma parte da tecnologia. Além disso, alguns dos grupos trabalham em análises computacionais avançadas dos sistemas, complementando seu desenvolvimento e operação.

Graças a esta metodologia, a carga de trabalho e os custos de produção são diluídos entre todos e torna-se possível a padronização de metodologias de segurança e de engenharia de sistemas. Além disso, cada grupo pode contribuir com suas habilidades únicas, otimizando os sistemas.

Legado

Créditos: Associação COBRUF
Participantes da COBRUF Beta sendo guiadas pela
Associação COBRUF para operação no Centro
de Lançamento da Barreira do Inferno em 2015. 

Não há precedentes, na história do Programa Espacial Brasileiro, para um projeto tecnológico educacional desta natureza e escala. O Foguete-Padrão 2 da COBRUF e a Base Lançadora da COBRUF estão sendo desenvolvidos, conforme diversas técnicas profissionais adotadas pelos maiores centros aeroespaciais do mundo, como a NASA, a ESA, o CTA e a SpaceX.

Uma vez que o FP2 e a BLC forem testados com sucesso na COBRUF 2017 e suas tecnologias forem consideradas confiáveis e em grau de maturidade apropriado, a Associação COBRUF disponibilizará seus projetos e know-how para todas as equipes participantes das edições da COBRUF Rockets. Esta transferência tecnológica terá como principal objetivo possibilitar que ambas as tecnologias sejam facilmente absorvidas e replicadas pelos grupos aeroespaciais universitários.

Com isso, espera-se que todos os grupos de foguetemodelismo universitário de alta potência no Brasil, incluindo tanto os mais experientes, quanto os recém-criados, possam aprender como desenvolver sistemas avançados aeroespaciais nos moldes do mercado espacial internacional — mas de forma acessível — e, a partir daí, possam adaptar e superar estes ensinamentos, desenvolvendo tecnologias próprias ainda mais avançadas.

Mais do que motores, acessibilidade e foguetes, o maior legado da Cooperação Tecnológica Nacional da COBRUF será a demonstração, durante a COBRUF 2017 no Centro de Lançamento da Barreira do Inferno (CLBI/DCTA), de que quando unidas por um objetivo extraordinário, todas as pessoas, com seus esforços e sacrifícios, são capazes de conquistar, para si e para os outros, o direito de voar mais alto.

* Emersson Nascimento - CEO COBRUF, IEAv Hypersonics Research Group Member, ITAÚ Intern, UFABC Aerospace Engineering Student


Fonte: Blog Associação COBRUF - https://blog.cobruf.com.br

Comentário: Pois é, não há como negar o grande trabalho que essa galerinha da Associação COBRUF vem realizando, e certamente em médio e longo prazo eles serão um dos responsáveis (talvez até mesmo) pela sobrevivência das atividades espaciais no país. Infelizmente do jeito que o PEB é conduzido por esses vermes do desgoverno a tendência é que o mesmo venha desaparecer ou apresentar cada vez menos resultados. Entretanto repito e volto a insistir, não existe nenhum programa espacial exitoso no mundo sem a presença marcante de seu governo, como já expliquei aqui em diversas oportunidades. Sem o governo fazendo a sua parte, jamais teremos um programa espacial de verdade.

Associação COBRUFAnuncia Participantes da COBRUF Rockets 2017

Olá leitor!

No dia 05/08, enquanto eu me encontrava incapacitado para exercer as minhas atividades no Blog, a Associação COBRUF postou em sua página oficial no Facebook um pequeno Teaser (vídeo) anunciando os 24 Grupos Aeroespaciais Universitários que estarão participando da COBRUF 2017, através da COBRUF Rockets 2017 e da Cooperação Tecnológica Nacional da COBRUF. Veja o teaser pelo link: https://www.facebook.com/Cobruf/videos/851382651692559/

Duda Falcão

Previsão do Tempo Ameaçada e Satélite Adiado: Como Corte de R$ 53 milhões Afeta Serviços Desenvolvidos pelo INPE

Olá leitor!

Segue abaixo uma notícia postada dia (14/08) no site “G1” do globo.com, destacando que Previsão do Tempo está ameaçada e satélite é adiado. Veja como o corte de R$ 53 milhões afeta serviços desenvolvidos pelo INPE.

Duda Falcão

VALE DO PARAÍBA E REGIÃO

Previsão do Tempo Ameaçada e Satélite
Adiado: Como Corte de R$ 53 milhões
Afeta Serviços Desenvolvidos pelo INPE

Corte foi por contingenciamento do Ministério da Ciência e Tecnologia.
Com 44% a menos, projetos estão sendo adiados e serviços correm risco.

Por Poliana Casemiro,
G1 Vale do Paraíba e Região
14/08/2017 - 11h16
Atualizado há 23 horas

(Foto: Divulgação/INPE)
CPTEC precisaria de R$ 17 milhões, mas recebeu
 apenas R$ 7 milhões.

Um contingenciamento de verba do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) pode comprometer as pesquisas e serviços feitos pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). Segundo a diretoria do instituto, o Ministério da Ciência e Tecnologia teria repassado R$ 53 milhões a menos que em 2016 para manter as atividades. O corte pode comprometer o lançamento de satélites e até a previsão do tempo.

O contingenciamento da verba, como chama o ministério, é por um ajuste de contas nacional baseado na queda da arrecadação. De acordo com o INPE, o instituto foi informado em junho deste ano que o planejamento deveria ser feito com 44% a menos.

O valor de R$ 96,8 milhões é o menor já recebido pelo instituto nos últimos cinco anos, em que os investimentos já vinham apresentando queda. A verba mais enxuta suspendeu reformas, adiou projetos e diminuiu os valores investidos nos centros de pesquisas dentro do instituto.

Segundo o diretor, Ricardo Galvão, a situação mais delicada é a do Centro de Previsão do Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC). O centro faz a previsão do tempo de todo o país e precisa de cerca de R$ 17 milhões anuais para manter o serviço. Esse ano, eles terão de trabalhar com apenas R$ 7 milhões.

Fonte: INPE
Histórico de investimento federal
em reais
146.160.283,16146.160.283,16151.084.233,09151.084.233,09122.809.889,37122.809.889,37121.993.440,78121.993.440,78149.828.638,06149.828.638,0696.890.034,0796.890.034,07201220132014201520162017025M50M75M100M125M150M175M

2012
146.160.283,16


A baixa no orçamento põe em risco o serviço prestado. Isso porque o supercomputador que faz a medição teria de ser trocado, mas por falta de orçamento, a compra foi adiada. O equipamento antigo vai passar por reparos emergenciais, mas qualquer defeito pode suspender o serviço. Isso porque só de energia, o centro gasta R$ 6 milhões.

“A gente tenta medidas alternativas, mas é um risco. Não queremos pensar nessa hipótese, mas com qualquer problema não teríamos como bancar um reparo. Estamos também tentando uma parceria para implantar painéis solares e reduzir os custos de energia, mas precisaríamos de patrocínio”, explica Ricardo Galvão, diretor do INPE.

A falta de verba também atrasou acordos de cooperação internacionais como o satélite Cbers-4A, feito com a China. Ele complementaria o satélite já lançado em 2014. A parte do projeto que cabe ao Brasil deveria ser concluída para o lançamento até 2018, mas teve de ser adiado porque não há verba para compra de equipamentos.

“Estamos falando em atraso porque ainda há a esperança de que pelo menos metade da verba contingenciada seja repassada até outubro. Mas segundo o ministério, isso depende de uma melhora na economia nacional. Se isso não acontecer, teríamos que cancelar projetos”, conta Galvão.

(Foto: Divulgação/INPE)
Supercomputador do INPE precisaria ser trocado
este ano, mas vai passar por reforma emergencial.

Estrutura

Outro ponto delicado para o instituto é o pessoal e a manutenção dos laboratórios. De acordo com o INPE, o instituto perdeu, desde 2016, cerca de 120 funcionários por aposentadoria. Os cargos em aberto foram ocupados por bolsistas de pesquisas, responsáveis por serviços essenciais na unidade como monitoramento de satélites e produção de relatórios sobre o desmatamento da Amazônia.

O número de bolsistas também dependem de verba federal, já que são bancados pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), que também enfrenta cortes de orçamento. Em 2012, eram 218 bolsistas e no ano passado o número já havia caído para 128.

O INPE não divulgou o número atual de bolsistas porque, em agosto, o CNPq ainda não fechou o número de pesquisadores financiados. De acordo com Galvão, o ministério havia feito a promessa de manter o número do ano passado.

“Esse corte é muito sério, com isso estamos mantendo apenas as despesas fixas, luz, telefone, energia. Todas as reformas para esse ano, até de laboratórios com vazamento, tivemos que suspender”, diz Galvão.

Outro Lado

Em nota, o MCTIC informou que trabalha junto aos ministérios do Planejamento e Fazenda, para o descontingenciamento de recursos que afetou os órgãos do Governo Federal, mas não informou qual a expectativa ou prazo para que isso aconteça. Sobre os serviços, garantiu que acompanha as atividades do instituto para evitar impactos significativos em suas atividades e que aplicou corte menor ao aplicado como um todo.

Por fim, o ministério diz que reconhece o papel da pesquisa como " imprescindível para o desenvolvimento econômico e social de qualquer país". Destacou em nota ainda que "reconhece e respeita a livre manifestação da comunidade acadêmica e científica".


Fonte: Site “G1” do globo.com – 14/08/2017

Comentário: Pois é leitor, eu havia previsto que isso poderia acontecer fosse com a Dilma ou com qualquer outro que assumisse o poder. O PEB e o futuro do povo brasileiro não é e jamais será prioridade para esses vermes energúmenos populistas de merda. Educação de qualidade baseada na cidadania aliada a uma política consistente em Ciência e Tecnologia não é um alvo de interesse de populistas, pois quanto mais o povo for dependente e ignorante, mais fácil o mesmo é manipulável. Um povo não politizado é ‘gado’ tangido na direção que mais convém os donos do poder e seus interesses nefastos. É a politica da dose certa (do doce na boca, adocicada), suficiente para alimentar a esperança do povo, mais insuficiente para resolver o problema, pois assim a dependência permanece e com ela a crença de que um dia o problema será resolvido. Galera, só se resolve um problema atacando-o pela raiz, e não com soluções paliativas e maquiadas como ocorre em países populistas de merda como o Brasil. Esses vermes podem não valer nada e não valem mesmo, são marginais tirando onda de ‘otoridades’, porém não tenha dúvida leitor que, são espertes suficientes para não cagarem no prato onde comem. Aproveitamos para agradecer ao nosso leitor Jahyr Jesus Brito pelo envio dessa notícia.

terça-feira, 15 de agosto de 2017

Programa Espacial Brasileiro Será Debatido na Comissão de Ciência e Tecnologia

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada ontem (14/08) no site da “Agência Senado” destacando que o nosso Patinho Feio voltará a ser debatido dia (16/08) na Comissão de Ciência e Tecnologia do Senado.

Duda Falcão

COMISSÕES

Programa Espacial Brasileiro Será Debatido
na Comissão de Ciência e Tecnologia

Da Redação
Agencia Senado
14/08/2017 - 11h06
Atualizado em 14/08/2017 - 13h22

Foto: Pedro França/Agência Senado
O comandante da Aeronáutica, tenente-brigadeiro do ar
Nivaldo Luiz Rossato, é o convidado para a audiência pública.

A Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT) promove na quarta-feira (16) audiência pública interativa para debater o Programa Espacial Brasileiro. O pedido para o debate é do senador Otto Alencar (PSD-BA) e contará com a participação do comandante da Aeronáutica, tenente-brigadeiro do ar Nivaldo Luiz Rossato. A reunião terá início às 8h30.

As diretrizes para os projetos nacionais no setor estão definidos na Política Nacional de Desenvolvimento das Atividades Espaciais (Pndae), instituída pelo Decreto 1.332/1994. O Programa Nacional de Atividades Espaciais (Pnae) é o principal instrumento de planejamento por períodos decenais e a Agência Espacial Brasileira (AEB) é o órgão  responsável pela coordenação geral  do Sistema Nacional de Desenvolvimento das Atividades Espaciais (Sindae).

A audiência será realizada na sala 7 da Ala Senador Alexandre Costa e será aberta à participação da sociedade por meio dos canais de interatividade do Senado.

Saiba mais


COMO ACOMPANHAR E PARTICIPAR

Participe:

Portal e-Cidadania:

Alô Senado (0800-612211)


Fonte: Site da Agência Senado

Comentário: Pois é leitor, e lá vamos nós de novo com outra palhaçada, esta agora protagonizada por um Senador energúmeno de minha terra.

Seminário Inovanças Discutiu Criações Brasileiras. Satélite do INPE Fica Exposto em Frente ao Museu do Amanhã

Caro leitor!

Segue agora abaixo leitor uma notícia postada ontem (14/08) no site oficial do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) destacando que Seminário Inovanças discutiu criações brasileiras. Satélite do INPE fica exposto em frente ao Museu do Amanhã.

Duda Falcão

Seminário Inovanças Discute Criações
Brasileiras. Satélite do INPE Fica Exposto
em Frente ao Museu do Amanhã

A necessidade de errar, de valorizar a tecnologia social e como os brasileiros inovam no país serão os três grandes temas do seminário “Inovanças: a inovação feita no Brasil”, que acontece nesta quarta-feira (16/8), das 9h30 às 14h30, no auditório do Museu do Amanhã. Saiba mais e inscreva-se aqui.

O seminário é um desdobramento da exposição “Inovanças – Criações à Brasileira”, que já recebeu mais de 120 mil visitantes em três meses. O satélite Amazonia-1 é um dos 40 projetos que fazem parte da exposição e se destaca por ter uma réplica instalada em frente ao Museu do Amanhã, em área de acesso livre e de intenso movimento no Rio de Janeiro.

Em cartaz até 22 de outubro, a exposição “Inovanças – Criações à Brasileira” é um reflexo do povo brasileiro que, em meio a adversidades, procura novas maneiras de se criar e de se reinventar. Que dribla dificuldades e, de um jeito único e inovador, vê oportunidade no imprevisto.

Amazonia-1

Desenvolvido pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), o Amazonia-1 é o primeiro satélite de observação da Terra completamente projetado, integrado, testado e operado pelo Brasil.

Com lançamento previsto para 2018, o satélite permitirá a melhora nos dados de alerta de desmatamento na Amazônia e, também, fornecerá imagens frequentes das áreas agrícolas brasileiras, entre outras aplicações de monitoramento ambiental.

Os dados estarão disponíveis tanto para comunidade científica e órgãos governamentais quanto para usuários interessados em uma melhor compreensão do ambiente terrestre.

O Amazonia-1 é o primeiro construído a partir da Plataforma Multimissão (PMM), estrutura inovadora desenvolvida pelo INPE, capaz de se adaptar aos propósitos de diferentes missões e, assim, reduzir custos de projetos espaciais.

Mais informações: www.inpe.br/amazonia-1

Réplica do Amazonia-1 exposta em frente ao Museu do Amanhã, no Rio.


Fonte: Site do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)

Comentário: Bom, Bom, muito bom mesmo. A esperança agora é de que a maior novela do PEB na atualidade, a novela do Satélite Amazônia-1, esteja realmente próxima de um final, e plagiando os religiosos de plantão, Deus queira que com um final exitoso e diferente do CBERS-3.

Dedicação de Servidores e Colaboradores é Destaque em Cenário de Restrições

Caro leitor!

Segue agora abaixo leitor uma notícia postada dia (11/08) no site oficial do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) destacando que a Dedicação de Servidores e Colaboradores é destaque em cenário de restrições.

Duda Falcão

Dedicação de Servidores e Colaboradores
é Destaque em Cenário de Restrições

Sexta-feira, 11 de Agosto de 2017

O diretor do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), Ricardo Galvão, enalteceu os esforços de todos os servidores e colaboradores durante a solenidade em comemoração aos 56 anos da instituição, realizada no dia 4 de agosto.

Mesmo com restrições orçamentárias e a diminuição do quadro de pessoal, o INPE segue “trabalhando com confiança e dedicação pela sua contínua evolução”, como destacou Galvão, que enumerou algumas das realizações do último ano.


É tradição no INPE homenagear, durante a cerimônia de seu aniversário, os servidores que completaram 10, 15, 20, 25, 30, 35, 40 e 45 anos de atividades e, ainda, aqueles que recentemente se aposentaram.

Recebem uma especial homenagem os servidores que mais se destacaram no último ano. Dentre os indicados pelas áreas, foi escolhido um servidor de cada uma das três carreiras do quadro de Ciência e Tecnologia: Pesquisa, Desenvolvimento Tecnológico e Gestão. Para escolher o “Servidor Destaque”, foram observadas a competência, a habilidade na tomada de decisões, a capacidade de iniciativa, o interesse pelas atividades, a dedicação e a eficiência.

Na carreira de Pesquisa, foi escolhida como Servidora Destaque de 2017 Ing Hwie Tan, do Laboratório Associado de Plasmas. Na carreira de Desenvolvimento Tecnológico, Alessandra Rodrigues Gomes, do Centro Regional da Amazônia. E na carreira de Gestão, Fábio França Santos, do Setor de Formalização de Atos Normativos.

O diretor Ricardo Galvão e o Servidor Destaque de Gestão, Fábio França.
O diretor Ricardo Galvão e a Servidora Destaque de Pesquisa, Ing Hwie Tan.
Diretor Ricardo Galvão discursa na cerimônia de 56 anos do INPE.


Fonte: Site do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)

Pesquisa da Rede Clima Analisa Ações e Políticas Para a Adaptação às Mudanças Climáticas na Bacia do São Francisco

Caro leitor!

Segue agora abaixo leitor uma notícia postada dia (10/08) no site oficial do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) destacando que pesquisa da Rede Clima analisa ações e políticas para a adaptação às mudanças climáticas na Bacia do São Francisco.

Duda Falcão

Pesquisa Analisa Ações e Políticas Para
a Adaptação às Mudanças Climáticas
na Bacia do São Francisco

Quinta-feira, 10 de Agosto de 2017

Pesquisadores da Rede Clima vão analisar as políticas públicas e os atores-chave vinculados à vulnerabilidade e adaptação às mudanças climáticas na bacia do rio São Francisco. O objetivo é verificar em que medida as iniciativas de ação pública implementadas na região seguem uma abordagem integrada e coerente com os objetivos de adaptação às mudanças climáticas e de revitalização da Bacia.

Rede Clima (Rede Brasileira de Pesquisas sobre Mudanças Climáticas Globais), sediada no Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), é um programa do governo federal que visa gerar e disseminar conhecimentos para responder aos desafios das mudanças climáticas no país.

A rede envolve dezenas de grupos de pesquisa em universidades e institutos de todo o Brasil e atua para atender às necessidades nacionais de conhecimento científico sobre o tema e para dar apoio à diplomacia brasileira nas negociações internacionais. Para isso, elabora análises sobre o estado do conhecimento das mudanças climáticas no país, nos moldes dos relatórios do IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas), porém com abordagens setoriais mais específicas, para subsidiar a formulação de políticas públicas nacionais e internacionais.

Integrado por pesquisadores de 11* das 17 sub-redes da Rede Clima, reunidos no Projeto Integrativo Segurança Socioambiental (PI-SSA), a pesquisa na Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco contribuirá para a produção de conhecimentos e a formulação de estratégias de ação pública que assegurem a promoção da resiliência de sistemas sociais e ambientais na região, em um contexto de transição climática. O trabalho pressupõe a compreensão das interconexões entre setores, escalas e atores, e abordagens integradas que permitam minimizar trade-offs (conflito de escolha) e potencializar sinergias entre respostas políticas setorizadas.

O Semiárido, Hotspot das Mudanças Climáticas

O semiárido será a região do Brasil mais gravemente afetada por aumentos de temperatura e redução das precipitações. De acordo com o Quinto Relatório do IPCC, divulgado em 2014, o aumento da temperatura média anual nessa área deverá situar-se entre 2°C e 5°C até 2100. Isso pode levar à alteração do quadro de semiaridez para aridez, o que amplia o que agrava o comprometimento do fornecimento regular de água.

No Brasil, as áreas suscetíveis à desertificação correspondem a 1,3 milhão de quilômetros quadrados, abrangendo 1.488 municípios e cerca de 36 milhões de pessoas diretamente. Desse total, 180 mil quilômetros quadrados já se encontram em processo de desertificação nos graus grave e muito grave. Essas áreas estão concentradas basicamente nos estados do nordeste, que possui 55% do seu território com diferentes graus de deterioração ambiental, e concentra grande parte da pobreza e miséria do país.

A ampliação das áreas degradadas compromete a produção e a produtividade agrícola, o que acentua a pobreza, tanto no meio rural como urbano. A região escolhida para a pesquisa da Rede Clima é o Baixo-médio São Francisco, no extremo norte da Bahia, composta por dez municípios: Campo Alegre de Lourdes, Canudos, Casa Nova, Curaçá, Juazeiro, Pilão Arcado, Remanso, Sento Sé, Sobradinho e Uauá.

Seguindo os contornos do rio São Francisco, na porção em que o rio é represado pela barragem de Sobradinho, a região mescla verdejantes áreas de agricultura irrigada com paisagens secas de caatinga e agropecuária de sequeiro, na qual a agricultura de subsistência e a caprinovinocultura extensiva predominam. O contraste agroprodutivo, associado a um histórico de conflitos por terra e deslocamento devido ao alagamento promovido pela barragem Sobradinho, configura um dos mosaicos ambientais e socioeconômicos mais complexos do semiárido rural.

Dois workshops já foram realizados pelo grupo de pesquisa, para o levantamento preliminar de políticas públicas e atores-chave na Bacia, além do estabelecimento de metodologias e plano de trabalho. Para a execução das atividades propostas, foram instituídos três Grupos de Trabalho: GT-1, Políticas Públicas; GT-2, Indicadores de Vulnerabilidade/Adaptação; e GT-3, Articulação Institucional e Processos Participativos. O trabalho deverá ser concluído no final de 2018.

Áreas susceptíveis à desertificação, no semiárido brasileiro.

*Agricultura, Biodiversidade e Ecossistemas, Cidades e Urbanização, Desastres Naturais, Desenvolvimento Regional, Divulgação Científica, Energias Renováveis, Políticas Públicas, Recursos Hídricos, Saúde e Zonas Costeiras.


Fonte: Site do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)

Luiz Felipe Pondé Abordou Impacto da Tecnologia e das Mídias Sociais na SIPAT-INPE

Caro leitor!

Segue abaixo leitor uma notícia postada dia (09/08) no site oficial do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) destacando que filósofo Luiz Felipe Pondé abordou ontem (14/08) o Impacto da Tecnologia e das Mídias Sociais na SIPAT-INPE.

Duda Falcão

Luiz Felipe Pondé Aborda Impacto da
Tecnologia e das Mídias Sociais na SIPAT-INPE

Quarta-feira, 09 de Agosto de 2017

Alertar sobre o uso consciente das novas tecnologias é o objetivo da Semana Interna de Prevenção a Acidentes do Trabalho – SIPAT 2017, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), que acontece de 14 a 17 de agosto. Considerada um problema de saúde mundial, a dependência digital não está necessariamente ligada ao tempo que uma pessoa se mantém conectada a dispositivos eletrônicos, e sim à perda de controle que provoca inúmeros prejuízos na vida profissional, familiar, afetiva ou social.

Na tarde de segunda-feira (14), o filósofo Luiz Felipe Pondé falará sobre o “impacto da  tecnologia e das mídias sociais na vida e no cotidiano” durante a abertura da SIPAT, que acontece na sede do Instituto, em São José dos Campos (SP).

Segundo Pondé, a soma total do impacto dos recentes avanços tecnológicos ainda é difícil determinar. Entre tantos, apresentará três exemplos maiores: transformações nos comportamentos e na política devido à natureza disruptiva das mídias sociais; a "promiscuidade" fisiológica homem-cibernética; e o aperfeiçoamento genético e inorgânico do corpo e do espírito.

Na terça-feira (15), o painel "O uso consciente de novas tecnologias" terá a participação da psicóloga Simone Januário, da advogada Viviane Batista Sobrinho Alves Torres e do responsável pela área de inovação do Sistema de Ensino Poliedro Massayki Onishi Yamamoto.

O tema “AIDS, DST e drogas - A tecnologia como aliada na prevenção” será abordado pelo enfermeiro Daniel Cosmo da Silva na quarta-feira (16).

Peter Ribeiro, da CCR Nova Dutra, falará sobre o "impacto dos gadgets na segurança de trânsito" na quinta-feira (17), último dia do evento, que será encerrado com uma apresentação do Conversa de Cordas, também com o objetivo de mostrar que a música é uma forma saudável de se manter conectado e interativo.

“Pretendemos conscientizar os profissionais do INPE sobre este problema contemporâneo e o slogan deste ano – ‘Novas tecnologias, sabendo usar não vamos nos acidentar’ -  foi escolhido por meio de um concurso cultural”, informa Andreia Sorice Genaro, da organização do evento, destacando que a SIPAT contou o apoio de quase 40 empresas com doação de brindes e fornecimento de coffee break. “Apesar da falta de recursos, o trabalho em equipe da comissão organizadora permitiu montar essa programação”.

Foi criado um ‘cartão fidelidade’ para registrar o comparecimento na SIPAT. “Quem participar de pelo menos três dias terá seu cartão colocado em  uma urna para concorrer a prêmios especiais, como duas bicicletas, diversos eletrodomésticos, móveis, diária em hotel com café da manhã, entre outros”, diz Andreia.


Fonte: Site do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)