segunda-feira, 26 de junho de 2017

Como Chegar a Marte e Não Morrer? Eminente Cientista Brasileira Explica

Olá leitor!

Segue abaixo uma interessante entrevista com a cientista brasileira Thais Russomano publicada hoje (26/06) pelo site “Sputnik News”, concedida quando da sua passagem no dia de hoje pela Universidade Russa da Amizade dos Povos em Moscou.

Duda Falcão

CIÊNCIA E TECNOLOGIA

Como Chegar a Marte e Não Morrer?
Eminente Cientista Brasileira Explica

Nesta segunda-feira (26), a Universidade Russa da Amizade dos Povos contou
com uma visita da Dra. Thais Russomano, diretora da empresa InnovaSpace e
fundadora do primeiro centro de pesquisa em medicina espacial no Brasil, o
MicroG. A Sputnik Brasil falou com a cientista e discutiu os assuntos mais
urgentes no desbravamento do Planeta Vermelho.

Sputnik News
2/.06/2017 – 16:19
Atualizado 26/06/2017 – 17:37

© REUTERS/ NASA/JPL-Caltech 

A viagem humana a Marte e sua provável colonização tem gerado bastante repercussão ao longo dos últimos anos, com numerosos projetos aparecendo, filmes espaciais sendo lançados no ar, com até projetos tais como MARS ONE, que planeja reunir centenas de pessoas de várias profissões, históricos e origens para viajarem ao Planeta Vermelho.

Entretanto, além das fantasias e sonhos, a colonização de Marte continua uma tarefa bem sofisticada, relacionada com dezenas de nuances e obstáculos, predominantemente na área da medicina. A Dra. Russomano, especializada exatamente nas questões de tratamento médico de astronautas, falou com a Sputnik Brasil e respondeu às perguntas mais curiosas sobre o curso das coisas.

Que desafios ainda impedem essa aventura?

Em uma conversa com a Sputnik, a cientista revelou que a gravidade está entre os três problemas críticos para a organização de tal tipo de viagem, além da radiação e aspetos psicossociológicos.

Sputnik: Em primeiro lugar, queria perguntar quando, a seu ver, se efetuará a primeira viagem a Marte e qual projeto, afinal das contas, será pioneiro neste sentido, já que há vários?

Thais Russomano: Bom, primeiro é preciso entender o que é que restringe a nossa viagem a Marte. Porque, na verdade, tecnicamente nós já estamos em Marte. Já se mandou sondas, já se mandou robôs que caminham lá até hoje. Então, já sabemos como chegar em Marte. O que restringe basicamente a chegada é basicamente a minha área de atividade que é a própria vida espacial.

Então, nós saímos da Terra, da sua gravidade, e vamos chegar na gravidade de Marte. Saímos de um G [constante de gravitação universal] e chegamos a um terço desse G. Ou seja, se eu peso 90 quilos na Terra, vou pesar 30 quilos em Marte. É uma coisa, e outra é que ainda vou passar microgravidade no espaço.

Além disso, a médica brasileira frisou que a radiação representa um desafio ainda maior à viagem humana ao espaço, especialmente no caso de um voo longo.

"A radiação é muito difícil de proteger. Tudo é muito pesado para se proteger. Se a gente usasse a água para proteger a radiação que vem do espaço, a espaçonave ficaria muito pesada. Talvez a melhor maneira de reduzir essa radiação, pelo menos diminuir a chance de ela afetar o ser humano, seria encurtar essa distância em termos de tempo de voo. Em vez de ter uma viagem de 6 meses, teremos uma missão de 3 semanas", partilhou.

Dra. Russomano adiantou que outro fator importantíssimo, que não se pode deixar à parte, tem a ver com o estado psicológico de um astronauta. Citando como exemplo uma espaçonave com 3-4 pessoas que vêm de "backgrounds" diferentes, deixam sua família e amigos e se distanciam cada vez mais da vida terrestre, a cientista frisa que esta situação influi muito na condição em que uma pessoa chega no planeta.

Mas qual seria a saída deste novelo de problemas que, à primeira vista, parece solucionável? A médica nos revelou essa "receita" ideal, mas realçou que ela necessita de um investimento muito grande.

"Tecnicamente, seria ideal se a gente conseguisse colocar a gravidade da Terra na espaçonave. Se conseguisse gerar uma centrifugação que nos dê, pelo menos, algo muito parecido com a gravidade terrestre", disse.

Dra. Russomano explicou que tal processo, cujo conceito já existe na ciência, se chama de terraformação, ou seja, a transformação das condições climáticas e ambientais de um planeta ou satélite para igualá-las com as da Terra, e fazer com que o ser humano seja capaz de lá sobreviver. "Ou seja, pegar em uma espaçonave e transformá-la na Terra. Tentar mimetizar o máximo possível a nossa vida aqui dentro da espaçonave", explicou.

"Mas ainda é distante, eu acho, esse momento de chegar em Marte com sucesso. Chegar a Marte — a gente chega, mas pode chegar morto, né?", gracejou.

A doutora detalhou que, para chegar ao planeta sãs e salvas, as pessoas devem avaliar todos os riscos, que há muitos, de antemão, com o fim de prever os problemas já na superfície.

"Provavelmente, até dentro do projeto MARS ONE seria bom mandar primeiro os habitats humanos, construí-los em Marte para a chegada do ser humano. Eu acho uma ideia interessante. […] Senão, tu chega em uma nave e vai ficar dentro da nave, isso é complicado. A gente pode sair para fazer as atividades fora, mas a tua casa será só aquela nave", pormenorizou.

© Foto: Viktoria Tulisova, PFUR
Cientista brasileira, Thais Russomano, durante uma entrevista
coletiva na Universidade Russa da Amizade dos Povos,
em Moscou, em 26 de junho de 2017.

A doutora frisou: a própria viagem longa não é o maior problema, sendo que a atrofia de músculos, por exemplo, pode ser evitada através de um conjunto de exercícios adequados. Russomano fez lembrar, por exemplo, o recorde mundial do cosmonauta soviético Vladimir Poliakov, que passou no espaço 437 dias. Porém, uma viagem ao chamado "deep space" (espaço profundo) difere criticamente de uma estância na órbita e faz surgir desafios novos.

Como se resolvem esses problemas?

Falando de como se resolve um dilema tão complexo, a doutora revelou — tudo, como sempre, depende da questão de financiamento.

S: Resumindo o discutido, se pode dizer que a humanidade tem duas opções: chegar a Marte agora sem condições mínimas e sofrer enormes riscos, ou sacrificar o tempo e viajar depois, mas já com tudo preparado?

TR: Se tem um projeto complexo como é mandar uma pessoa para Marte, o que pode reduzir esse tempo [de preparativos] é o dinheiro que eu vou investir e o número de pessoas que eu vou botar juntas trabalhando. Essas duas coisas podem reduzir o tempo de um projeto, mesmo de um projeto tão complexo. Eu acho que uma boa analogia aconteceu com os americanos, quando decidiram levar o homem à Lua. Fazendo um paralelo, naquele tempo, nos anos sessenta, a Lua estava muito distante, talvez tão distante como hoje nós estejamos de Marte. Talvez um pouco menos, mas de qualquer maneira era um projeto extremamente complexo para a tecnologia e o conhecimento que se tinha. Mas é o que aconteceu — [foi investido] muito dinheiro que "comprou" o tempo menor. Então é uma cama de gato ainda, como se diz em português.

S: Então, falamos da importância do financiamento. Sabe-se que o projeto MARS ONE, por exemplo, recusa as verbas governamentais por querer manter a independência e não se atar com a burocracia. Porém, muitos duvidam que o investimento privado seja suficiente para um projeto de tal escala. Como se resolve esse dilema?

TR: Dinheiro para projeto — esse é uma pergunta árdua. É dor de cabeça, né. […] Claro que os governos hoje em dia, eles detêm muito dinheiro, mas se sabe que a iniciativa privada também detém muito dinheiro e muitas vezes eles estão interconectados. Mas eu acho que o dinheiro é um problema, não só para o projeto de MARS ONE, mas para qualquer projeto marciano. […] Mas ainda faltam muitos conhecimentos, eu acho, de como levar uma pessoa com saúde até lá e permitir que ela fique.

Ao falar da futura colonização de larga escala, a doutora frisou que este é um assunto muito distante que precisa profunda ponderação e pesquisa. Porém, não excluiu que em algum dia a primeira criança pudesse nascer no Planeta Vermelho, na Lua, ou até em pleno espaço.

"É difícil saber. Mas se tu tiveres um ambiente, homens e mulheres, com a ideia de ficar e permanecer… […] Se todo esse cenário se tornasse real um dia, em algum momento vai nascer um bebê na Lua, em Marte, ou no espaço mesmo. Outra questão é se nós realmente seremos capazes de nos reproduzir em outro ambiente gravitacional, esse é o primeiro ponto. Segundo ponto — como é que a criança que nascer vai lidar com o seu passado terrestre. […] Acho que há muitas coisas curiosas ainda, mas muito mais no campo da imaginação, não se tem uma resposta científica correta", revelou a doutora.

Espaço em cada casa?

Ultimamente, se tem registrado um interesse elevado pelos temas científicos até na área da cultura popular — basta relembrar os recentes filmes, tais como "Interstelar" ou "Perdido em Marte", cujo desempenho no cinema deixou impressionados até os próprios cineastas.

A Dra. Russomano expressou que este é um bom sinal e uma boa oportunidade de fazer as pessoas comuns descobrirem um pouco mais sobre esferas que até agora lhe pareciam distantes.

"Tem uma mescla das duas coisas [ciência e ficção]. Claro que esses filmes são feitos para um grande público. E acho que eles têm uma função que é muito diferente da ciência espacial como ela é. Eu acho que têm uma função de motivar o grande público em relação à ciência espacial e de engajar o público nessas dificuldades ou nas situações com as quais os cientistas se deparam. Mas eu acho que não é o momento ali de ter uma ciência-ciência. Ficaria muito chato", brincou a cientista.

S: Que saibamos, no âmbito do projeto MARS ONE se planejava organizar uma espécie de reality show contando com a participação dos primeiros colonizadores. Como se faria do ponto de vista técnico e qual é a ideia principal — o ensino ou entretenimento?

TR: Acho que já terminou. A ideia inicial era transformar… A ideia tinha dois aspetos — a primeira era conseguir os representantes da Terra chegando ao outro planeta para que toda a humanidade tivesse um acesso a essa evolução do projeto. Mas aí, eu acho que foi muito criticada pela possibilidade de se tornar um "Big Brother" espacial e gerar mais polêmica ainda. Eu não sei se essa é a razão, mas eu entendo que tenha sido por isso.

Como é o perfil do colonizador marciano?

Ao falar da futura tripulação que, pela primeira vez na história humana, irá tentar permanecer e sobreviver na superfície do Planeta Vermelho, a cientista brasileira notou que seria preferível formar uma equipe diversificada, de homens e mulheres, sendo estes representantes de muitos países.

S: Segundo se comunicava, o processo de seleção para o projeto MARS ONE, em particular, se realizava entre os voluntários. Foi assim mesmo?

TR: Sim, no MARS ONE a ideia é mais a representação de pessoas que tenham um perfil de desbravadores e possam ser treinadas em outras áreas. A concepção é de que é esse perfil que vai te fazer querer ir a Marte, chegar em Marte, viver em Marte.

S: Em sua opinião, quais são os objetivos perseguidos por estes voluntários? É interesse pessoal, busca de popularidade ou adrenalina, ou, talvez, altruísmo, quer dizer, o empenho no futuro das próximas gerações?

TR: Eu acho que tudo em conjunto. Eu não participei em nenhum momento desse processo de seleção, não sabia dizer exatamente o que é que as pessoas pensam, mas acho que é comunhão, como tudo na vida. […] Eles, quem desenhou o projeto MARS ONE, entendem que esse traço de perfil da pessoa de ser um desbravador, de ser uma pessoa que trabalha bem com risco, [dizendo] "vou conseguir, vou trabalhar", coisas de determinação, perseverança, todas as características psicossociais são mais importantes. Claro que tem de ser saudável, tem que ser isso e aquilo, mas o background científico na concepção que eles estipularam teria menos importância.

S: Talvez essa pergunta seja um pouco provocatória. Mas é frequente que a gente ouve — a humanidade investe tanto dinheiro no desbravamento do espaço, de Marte em particular, mas tem uma atitude terrível para com seu próprio planeta. Diz-se que estamos dispostos a colonizar outro planeta sem sequer poder cuidar do nosso. A senhora partilha esta opinião?

TR: Não, eu acho que a colonização de Marte, por exemplo, ou mesmo da Lua, não está ligada ao fato de que a gente não cuida bem da Terra, sabe. Acho que é mais a necessidade de vencer essa barreira final, essa "final frontier" e realmente se expandir, o que faz parte da natureza humana.

Durante sua estadia breve em Moscou, a destacada especialista Thais Russomano também não deixou escapar a oportunidade de interagir com os pesquisadores russos, visando estreitar os laços no campo de investigação científica espacial e marciana em particular. O projeto universitário 5-100, do qual a Universidade Russa da Amizade dos Povos faz parte, se ocupou de organizar conferências científicas e palestras em Moscou para efetuar uma troca de experiências. Já hoje de noite, a Dra. Russomano vai viajar para a cidade russa de Novosibirsk, onde buscará apoio de várias iniciativas que chefia e discutirá os problemas mais críticos de desbravamento espacial.


Fonte: Site Sputniknews - http://br.sputniknews.com/

Comentário: Pois é, alguns de meus leitores podem esta agora confusos e se perguntando como um país que literalmente brinca de fazer programa espacial pode produzir uma especialista em Medicina Espacial que seja convidada para falar sobre este assunto especificamente direcionado a desejada viajem humana ao planeta Marte e logo onde, na Rússia? É por incrível que possa parecer para você leitor, talvez hoje a Dra. Thais Russomano e seu Grupo MicroG (locado na PUCRS) sejam um dos grupos mais indicados (se não o mais indicado) para falar sobre os efeitos da falta de gravidade no corpo humano durante a permanência de astronautas por longos períodos no espaço. Realmente o grupo MicroG da PUCRS sob a coordenação da Dra. Thaís Russomano vem realizando nesta área um trabalho exemplar de reconhecimento internacional não sendo por acaso ela ter sido convidada para participar deste debate nesta universidade moscovita. Pois é, esse é mais um indicio do potencial de um país adormecido que infelizmente permanece inativo pela própria cultura de seu povo, um tremendo desperdício.

Alunos do Vale Participam de Concurso Global da ONU

Olá leitor!

Segue abaixo uma notícia postada dia (23/06) no site do jornal “O VALE”, destacando que Estudantes da Rede Municipal de São José dos Campos (SP) participam de Concurso Global da ONU sobre a exploração do espaço e dos problemas sociais do planeta.

Duda Falcão

NOSSA REGIÃO

Alunos do Vale Participam de
Concurso Global da ONU

Estudantes da rede municipal de São José entregam trabalhos sobre
a exploração do espaço e os problemas sociais do planeta

Por Julia Carvalha
São José dos Campos
Junho 23, 2017 - 22:48

Foto: /Beto Faria/PMSJC
Concurso. INPE irá encaminhar os trabalhos
dos alunos para Viena.

Cerca de 20 alunos da Escola Municipal Elizabete de Paula Honorato representaram os alunos da rede de ensino de São José dos Campos no INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) na última terça-feira. Os alunos entregaram os trabalhos que serão inscritos no concurso Peace and Cooperation School Award 2017, promovido pelo UNOOSA - Escritório das Nações Unidas para Assuntos do Espaço Exterior.

Os temas abordado nos trabalhos artísticos refletem os problemas sociais atuais e ressaltam como a exploração do espaço pode trazer benefícios para a humanidade.

Estudantes do mundo todo participaram da ação. Em São José, os alunos com idade entre 7 e 12 anos das 48 escolas de ensino fundamental produziram os trabalhos. Dos mais de 200 cartazes desenvolvidos pelas escolas, cerca de 50 foram selecionados para participar do concurso

O INPE enviará os trabalhos dos alunos para Viena, na Áustria, onde será realizado o concurso. Os vencedores serão anunciados pela UNOOSA em outubro deste ano e os primeiros colocados receberão prêmios em dinheiro.

"Gosto muito de ciências, de livros e desenhos sobre o espaço. O INPE é grande e muito bonito, fiquei feliz em cantar para os pesquisadores e entregar os cartazes feitos pelos colegas. Torço para que uma de nossas escolas ganhe o concurso", disse o aluno Anthony Gabriel Ribeiro da Cunha, 6 anos, que participa da ação..


Fonte: Site do Jornal “O VALE” - 23/06/2017

Comentário: Olha leitor está é uma exemplar ação do INPE e sendo assim não poderia aqui deixar de divulgar e parabenizar o instituto por esta iniciativa. Entretanto é preciso entender que esta iniciativa é fruto de uma ação pontual de alguém de visão com poder (ou de um grupo de pessoas) de dento do INPE que resolveu se mexer, e não de uma política governamental especifica para o setor espacial que estimule e apoie ações como esta de forma coordenada e logisticamente conduzida com eficiência em busca de resultados a médio e em longo prazos. O que precisamos é de comprometimento de todos, dos institutos, dos órgãos envolvidos, pesquisadores, do governo e da sociedade na busca de encontrar soluções que conduzam o tema e a questão espacial com a responsabilidade que ela exige para o futuro de nossa desejada nação. O que acontece é que os institutos são maus geridos, os órgãos estão alinhados com os interesses nefastos do governo e têm incompetentes coniventes gerindo-os, os pesquisadores na sua maioria estão mais preocupados na manutenção de seus empregos até que achem coisa melhor, o governo não governa, há não ser os seus próprios interesses e a sociedade egocêntrica como é, só pensa no seu próprio umbigo. No universo como este leitor não há como desenvolver cientificamente e tecnologicamente nenhuma sociedade, e o futuro não é nada promissor. Uma vez mais parabéns ao INPE por esta iniciativa. 

Comunicado Importante - CVT Espacial Parece Finalmente Tomar um Rumo

Olá leitor!

Fui informado no final da semana passada de que parece que finalmente o “Projeto CVT Espacial” tomou um rumo, e em breve deve ser concluído e colocado à disposição da comunidade educacional do país, o que é uma grande notícia.

A Estagiária da AEB Elisa Gonçalves junto a Maquete
do CVT Espacial em 2015.

Pelo que fui informado à pessoa que estava responsável por dar prosseguimento com a documentação legal do projeto, não esta mais a frente e esta responsabilidade foi agora passada para outras pessoas mais competentes, o que é um alívio.

Entretanto leitor, o fato deste projeto ter permanecido por tanto tempo sob a responsabilidade de um reconhecido (até mesmo dentro da própria Agencia) profissional incompetente, é uma clara demonstração da falta de comando deste órgão inócuo e vendedor de fantasias. Gente a coisa tá feia.

Quero aqui deixar claro para o Sr. Braga Coelho que continuarei acompanhando e cobrando essa história, já que fui informado que as obras do projeto no CLBI estão praticamente ou já concluídas, e tudo para sua inauguração dependia apenas da questão burocrática conduzida por este incompetente profissional sob conivência do presidente banana desta agencia de brinquedo. Faça jus ao seu salario, se mexa.

Duda Falcão

ITA Rocket Design Lança Com Sucesso Seu Foguete nos EUA

Olá leitor!

Nesse final de semana foi realizado nos EUA a primeira edição da “Spaceport America Cup” com a participação de equipes Brasileiras.

Fui informado de que a equipe ITA Rocket Design do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) lançou com sucesso o seu foguete RD 07, como o leitor pode observar no vídeo em anexo. Aguardem por maiores informações.

Duda Falcão

video
Momento da recuperação do foguete pela equipe.

Fonte: Equipe "ITA Rocket Design" do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA)

SECTI Dialoga Com Agência Espacial Brasileira Para Fortalecer Parque Tecnológico do Maranhão

Olá leitor!

Segue abaixo uma notícia postada ontem (25/06) no portal da Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Inovação (SECTI) do Governo do Maranhão destacando que esta secretaria e a Agencia Espacial Brasileira (AEB) estão dialogando para fortalecer o Parque Tecnológico do Maranhão.

Duda Falcão

SECTI Dialoga Com Agência Espacial
Brasileira Para Fortalecer Parque
Tecnológico do Maranhão

SECTI
25/06/2017 – 15:36

Com o objetivo de obter ajuda para a implantação do parque tecnológico do Maranhão, o secretário de Estado da Ciência, Tecnologia e Inovação, Jhonatan Almada, esteve em Brasília, onde visitou a Agência Espacial Brasileira e foi recebido por José Raimundo Braga Coelho, presidente da AEB.

O titular da SECTI apresentou os avanços que o Governo do Maranhão vem contabilizando com o objetivo de alavancar o projeto de implantação do parque, e relatou conquistas como a parceria com o Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) para a realização de um mestrado em Engenharia de Sistema no campus da UEMA em São Luís, e a realização da prova do ITA, também na capital maranhense. Almada citou, ainda, outra grande conquista: o convênio de R$ 2 milhões com o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações.

O presidente da Agência Espacial Brasileira elogiou a iniciativa do Governo do Maranhão e disse que estava ‘tratando com um secretário de uma pasta onde viveu a vida toda, que é de Ciência e Tecnologia, por tanto, por dever de ofício, tenho que reverenciá-lo e ajudá-lo’. “Fiquei satisfeito com a visita do secretário e estou me colocando à disposição para mandar uma equipe nossa a São Luís examinar o que podemos fazer conjuntamente. Também sugiro uma visita à base aeroespacial em São José dos Campos”, afirmou José Raimundo Braga Coelho, lembrando que ‘parque tecnológico é a união de esforços de vários atores como o setor educativo e o empresarial. “Não há parque tecnológico sem interação entre atividades educacionais e atividades empresariais”, reiterou.

“Como agência aeroespacial podemos ajudar no que diz respeito ao parque tecnológico, mas também em outras frentes, afinal temos um compromisso extraordinário com o Maranhão, visto que nossa atividade é concentrada em Alcântara”, disse José Raimundo Braga.

Para o secretário Jhonatan Almada, seu encontro com o presidente da Agência Espacial Brasileira foi muito produtivo e vai resultar em grandes benefícios para a implantação do parque no Maranhão.

“Nessa reunião, tratamos de detalhes da parceria técnico científica entre a SECTI e a Agência Espacial Brasileira. Ficou estabelecido a visita ao parque tecnológico de São José dos Campos, o trabalho com professores e estudantes do IEMA vinculados à produção de nanossatelite, e a realização de um workshop com o grupo que está produzindo a proposta de um doutorado profissional em engenharia aeroespacial”, enumera Jhonatan Almada.

PARQUE TECNOLÓGICO

O presidente da Agência Espacial Brasileira, José Raimundo Braga Coelho, conta que o parque tecnológico no Brasil veio para resolver um problema de interação entre a universidade e a empresa/indústria.

“O parque tecnológico é o elo entre a universidade e a indústria. O primeiro princípio que justifica a criação de parque tecnológico é o desafio de unir essas duas forças. Isso exige elas estejam fisicamente próximas, é um princípio básico para que pensem, trabalhem e produzam juntos”, explica José Raimundo, que é presidente do Conselho do parque tecnológico de São José dos Campos.

Atualmente, alguns dos principais parques tecnológicos do Brasil estão em São José dos Campos (SP), Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Pernambuco.


Fonte: Portal da Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Inovação (SECTI)

Comentário: Pois é, espero e torço que esta iniciativa acabe em algo realmente positivo, mas não acredito que tendo o Sr. José Raimundo Braga Coelho a frente isto venha ocorrer como poderia e deveria, já que é muita incompetência por metro quadrado. Aproveito para agradecer ao jovem Prof. Brehme de Mesquita pelo envio dessa notícia. 

domingo, 25 de junho de 2017

Brasil Deve Lançar Foguete no Espaço em 2019

Olá leitor!

Segue abaixo uma matéria publicada no site “globo.com” hoje (25/06), destacando que o Brasil deve lançar seu foguete lançador de satélites em 2019.

Duda Falcão

BRASIL

Brasil Deve Lançar Foguete no Espaço em 2019

O Veículo Lançador de Microssatélites é um projeto da Aeronáutica em parceria
com a Agência Espacial da Alemanha e o custo brasileiro é de R$100 milhões

Por Roberto Maltchiik
25/06/2017 - 4:30
Atualizado 25/06/2017 - 15:01

Terceiro / Divulgação
Veículo Lançador de Satélites (VLS) no Centro
de Lançamento de Alcântara, em 2013.

RIO - O programa espacial do Brasil, que até hoje se destacou apenas pelo fracasso de suas principais missões, ganhou uma nova janela de oportunidade para finalmente lançar um foguete que atenda às principais demandas do mercado internacional de satélites. O Veículo Lançador de Microssatélites (VLM), projeto da Aeronáutica em parceria com a Agência Espacial da Alemanha (DLR), pode ter o primeiro teste no espaço em 2019, desde que seu cronograma financeiro seja cumprido, o que, neste momento, ainda é uma incerteza.

A indefinição sobre a programação orçamentária não é uma novidade no setor — e é a principal causa apontada pela Aeronáutica para os sucessivos insucessos. O fato novo é que o programa VLM é muito mais barato que os anteriores e, ainda assim, corre o risco de não se viabilizar dentro do prazo acordado com a Alemanha.

Novo Desafio
Veículo Lançador de Microssatélites (VLM)

ANATOMIA DO LANÇADOR DE SATÉLITE


O VLM tem por objetivo atingir o atual mercado espacial, que trabalha com satélites cada vez menores, mais leves, com menor tempo de vida e que orbitam em altitudes inferiores às atuais. Estas características reduzem os custos de cada jornada e se viabilizam pelo avanço tecnológico dos países desenvolvedores de satélites, como Estados Unidos, Japão e França.

Para o Brasil, o custo estimado é de R$ 100 milhões, um quinto dos R$ 500 milhões despejados pela União no programa para o lançamento do Cyclone 4, um foguete ucraniano que deveria utilizar o Centro de Lançamento de Alcântara como base. O Brasil abandonou o programa pela metade, rompendo o tratado com a Ucrânia.

Em relação ao Veículo Lançador de Satélites (VLS), que teve dois lançamentos mal sucedidos e causou a maior tragédia do programa espacial brasileiro — quando um incêndio às vésperas da terceira tentativa de lançamento matou 21 profissionais em Alcântara —, o VLM também é mais barato. O Brasil investiu no VLS cerca de R$ 350 milhões ao longo dos anos. A diferença, agora, é que os sistemas mais sensíveis e caros, como o controle de ajuste em órbita, estão sob responsabilidade da Alemanha.

O plano traçado prevê que o Brasil produza os motores, em contrato já em desenvolvimento com a Avibrás. O “corpo” do foguete também é nacional. Os alemães ficam com os elementos superiores, como o controle e a coifa, que se abre no espaço para dar seguimento à parte final da missão.

O diretor do Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE), brigadeiro Augusto Luiz de Castro Otero, confirma que não se cogita mais investimentos para desenvolver uma nova versão do VLS. E aposta todas as fichas no VLM para que o programa espacial finalmente atinga seu maior objetivo: desenvolver um foguete brasileiro, a ser lançado do Centro de Alcântara.

Ele reconhece, no entanto, que os planos ainda dependem da liberação de dinheiro. Dos R$ 100 milhões necessários até 2019, R$ 35 milhões já foram utilizados. Os outros R$ 65 milhões entraram na mira do contingenciamento orçamentário.

— Infelizmente, o que sempre vivemos é o contingenciamento. É complicado executar qualquer coisa com os recursos sempre aquém dos planejados. Entendemos claramente as prioridades no país. Mas os contingenciamentos vêm comprometendo toda a atividade. Se no ano que vem não tivermos o aporte de recursos, nós teremos impacto no cronograma de execução — afirma Augusto Luiz Otero, que ainda alerta para a desestruturação da equipe do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA):

— Há um envelhecimento das equipes, que vêm se reduzindo ao longo dos anos.

O orçamento do VLM é de responsabilidade da Agência Espacial Brasileira. Em 2017, a AEB teve bloqueio de recursos e informa que disponibilizou R$ 20 milhões para o programa. Para o ano que vem, um novo corte é esperado. Neste momento, há negociações em curso com o Ministério do Planejamento para a recomposição de parte dos recursos.

— Certamente, este novo contingenciamento vai impactar o VLM — afirma Douglas Lira, Diretor de Transporte Espacial e Licenciamento da AEB.

O Ministério da Defesa, que responde pelo programa de lançadores, informa que o VLM “representará um salto para o país, no sentido de conquistar autonomia tecnológica em lançadores, assegurando a soberania”. Mas não assegura que os recursos estarão disponíveis, limitando-se a afirmar que o orçamento do veículo é de responsabilidade da Agência Espacial.

Se o plano der certo desta vez, o primeiro lançamento de testes do VLM ocorrerá em novembro de 2019, da mesma plataforma construída em Alcântara para o voo que nunca ocorrerá do VLS, seu antecessor. A adaptação da plataforma ainda não tem custo definido. A estimativa inicial é de R$ 7 milhões.


Fonte: Site do Globo.com - 25/06/2017

Comentário: Pois é, em resumo não será lançado nesta data (já estão preparando o terreno para adiar e continuar enganando a sociedade), e quem está dizendo sou eu, pois não sou de ficar em cima do muro, além do que estou hoje plenamente convencido de que se algum dia o Brasil desenvolver um lançador de satélite, isto só ocorrerá a partir de 2022, pois assim foi acordado por esses vermes, kkkkkkk. Entretanto leitor o mais importante e significativo nesta matéria não é isso e sim a informação divulgada em um dos parágrafos da mesma, ou seja: “O plano traçado prevê que o Brasil produza os motores, em contrato já em desenvolvimento com a Avibrás. O “corpo” do foguete também é nacional. Os alemães ficam com os elementos superiores, como o controle e a coifa, que se abre no espaço para dar seguimento à parte final da missão.”. Pois é leitor, isto significa que o esforço para desenvolver sistemas sensíveis do foguete foi simplesmente abandonado pelo país, e será agora substituído pelos sistemas alemães o que nos coloca literalmente na mão deles, exemplo: Detonaram os objetivos do “Projeto SIA” e todo os recursos empregados bem como o conhecimentos adquiridos simplesmente foram jogados no lixo. Este é um bom exemplo do porque disse dias atrás não acreditar nas iniciativas do IAE e do INPE na área de Propulsão Verde. Gostaria aqui de agradecer ao jovem Prof. Brehme de Mesquita pelo envio desta matéria.

sábado, 24 de junho de 2017

Detecção de Ondas Gravitacionais Vence o Prêmio Princesa das Astúrias. INPE Participou da Descoberta

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada ontem (23/06) no site do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), destacando que com a participação deste instituto, a pesquisa internacional que detectou Ondas Gravitacionais venceu o prêmio “Princesa das Astúrias de Investigação Científica e Técnica 2017”.

Duda Falcão

Detecção de Ondas Gravitacionais Vence
o Prêmio Princesa das Astúrias.
INPE Participou da Descoberta

Sexta-feira, 23 de Junho de 2017

A pesquisa internacional em torno do Observatório Interferométrico de Ondas Gravitacionais LIGO (do inglês Laser Interferometer Gravitational-wave Observatory) foi a vencedora do Prêmio Princesa de Astúrias de Investigação Científica e Técnica 2017.

A detecção de ondas gravitacionais, que confirmou parte fundamental da Teoria Geral da Relatividade formulada por Albert Einstein, foi realizada por um time de vários países, entre eles cientistas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), em São José dos Campos (SP).

Promovido pela Fundação Princesa de Astúrias, da Espanha, o prêmio foi concedido neste mês aos físicos Rainer Weiss, Kip Thorne e Barry Barish, e todo o grupo LIGO, por “responder a um dos desafios mais importantes da física em toda sua história”.

A Colaboração Científica LIGO possui seis membros na Divisão de Astrofísica do INPE: Odylio Denys Aguiar, César Augusto Costa, Márcio Constâncio Jr, Elvis Camilo Ferreira, Allan Douglas dos Santos Silva e Marcos André Okada.

O grupo do INPE trabalha no aperfeiçoamento da instrumentação de isolamento vibracional e térmica do LIGO, na sua futura operação com espelhos resfriados. O principal objetivo é aumentar a sensibilidade dos detectores para observar mais fontes de ondas gravitacionais.

Além disso, o grupo atua na caracterização dos detectores, buscando determinar as suas fontes de ruído e a minimização dos seus efeitos nos dados coletados, permitindo que sinais de ondas gravitacionais fortes sejam mais facilmente localizados.

A primeira detecção de ondas gravitacionais foi realizada em 2015 e inaugurou um novo campo da astronomia. Depois disso, o LIGO fez outras duas observações diretas, a última anunciada no início deste mês.

Ondas gravitacionais carregam informações sobre suas origens e sobre a natureza da gravidade que não podem ser obtidas de outra forma. As ondulações no tecido do espaço-tempo provocadas pela colisão de buracos negros haviam sido previstas, mas nunca observadas antes do LIGO.

De acordo com a relatividade geral, um par de buracos negros orbitando entre si perde energia através da emissão de ondas gravitacionais, fazendo-os se aproximarem gradativamente ao longo de bilhões de anos e bem mais rápido nos minutos finais. Durante a fração final de segundo, os buracos negros colidem um contra o outro com velocidade aproximadamente igual à metade da velocidade da luz e formam um buraco negro mais massivo, convertendo em energia uma porção da massa total do par, de acordo com a fórmula de Einstein E=mc2.


Fonte: Site do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)

11º Encontro de Física do ITA

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada dia (19/06) no site do Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA), tendo como destaque o “11º Encontro de Física do ITA” que se realizará de 10 a 14/07.

Duda Falcão

Notícias

11º Encontro de Física do ITA

Divisão de Comunicação Social – ITA
19/06/2017


De 10 a 14 de julho, o ITA realiza o 11º Encontro de Física, coordenado pelo Departamento de Física do Instituto. O evento tem se consolidado como um importante momento de discussão e divulgação de pesquisas relacionadas às áreas de atuação do ITA, além de promover a interação científica entre pesquisadores, estudantes de pós-graduação e de graduação em Física e Engenharia.

Por meio de minicursos, seminários e apresentações de painéis, o encontro abordará temas como cosmologia, nanotecnologia, física de plasmas, bioengenharia, mecânica quântica, astrobiologia, e óptica e lasers. Os painéis serão apresentados por estudantes de pós-graduação e iniciação científica do ITA. Os participantes visitarão, ainda, laboratórios do instituto, do IEAv, do Inpe, da Embraer e Avibrás.

As inscrições para o 11º Encontro de Física do ITA já estão abertas e devem ser realizadas até o dia 23 de junho. Todas as informações estão disponíveis no site evfita.ita.br(link is external).

Confira o programa já confirmado para o evento:

Palestra de Abertura – A situação Energética Brasileira

Com José Goldemberg, professor, doutor, físico e político brasileiro, membro da Academia Brasileira de Ciências. Foi reitor da Universidade de São Paulo e presidente da Sociedade Brasileira de Física. Também presidiu a Companhia Energética de São Paulo (CESP).

No governo federal, foi secretário da Ciência e Tecnologia, ministro da Educação e secretário do Meio Ambiente. No Estado de São Paulo, foi também secretário do Meio Ambiente. Em agosto de 2015 foi nomeado presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, cargo que ocupa até hoje.

Foi pesquisador no High Energy Physics Laboratory da Universidade de Stanford e professor das unidades de Paris (França) e Princeton (Estados Unidos).

Cursos

* Prof. Dr. Gilberto Petraconi (ITA): Física de plasmas e descargas elétricas

* Prof. Dr. Nicolau A. S. Rodrigues (ITA): Ablação a laser e separação de isótopos

* Prof. Dr. Brett V. Carlson (ITA): Reações nucleares

Seminários

* Prof. Dr. Tobias Frederico (ITA): Átomos frios e núcleos leves: uma física universal

* Prof. Dr. Rafael A. Couceiro (INPE): Sólitons: dos canais escoceses para o universo

* Prof. Dr. Manuel Malheiro (ITA): Do núcleo às estrelas

* Prof. Dr. Argemiro S. S. Sobrinho (ITA): Tecnologia de plasma aplicada a engenharia de materiais

* Prof. Dr. Gilmar P. Thim (ITA): Polietileno de alta densidade reforçado com nanotubos de carbono

* Maj. Brig. José E. Matieli (ITA): O laboratório de bioengenharia do ITA – A realidade do conhecimento compartilhado

* Prof. Dr. Érico L. Rempel (ITA): Teoria do caos aplicada a plasmas espaciais e astrofísicos

* Prof. Dr. Pedro H. R. S. Moraes (ITA): Cosmologia - A origem, evolução e composição do universo

* Prof. Dr. Sérgio Pilling (ITA/Univap): Influência de raios-x em mundos congelados do sistema solar e suas implicações nas áreas de astroquímica e astrobiologia

Visitas

* Embraer
* Avibrás
* Laboratórios do ITA
       Laboratório de Plasmas e Processos
       Laboratório de Óptica e Espectroscopia
       Laboratório de Nanotecnologia
       Centro de Competência em Manufatura (CCM)
       Laboratório de Engenharia Aeronáutica (Feng)

* Inpe (LIT)
* Laboratórios do IEAv


Fonte: Site do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA)