domingo, 22 de abril de 2018

Vice-Presidente da CCISE Participa de Simpósio Espacial nos EUA

Olá leitor!

Segue abaixo uma noticia postada dia (20/04) no site da Força Aérea Brasileira (FAB), destacando que o vice-presidente da Comissão de Coordenação de Implantação de Sistemas Espaciais (CCISE) da FAB, participou de simpósio espacial nos EUA.

Duda Falcão

ESPAÇO

Vice-Presidente da CCISE
Participa de Simpósio Espacial nos EUA

FAB foi representada em evento que reuniu norte-americanos,
dinamarqueses, japoneses e noruegueses

Por Ten. Emília Maria
Revisão: Cap Oliveira
Agência Força Aérea
Publicado: 20/04/2018 - 17:46

Brigadeiro Vital representou FAB no 34º Simpósio Espacial.

O vice-presidente da Comissão de Coordenação de Implantação de Sistemas Espaciais (CCISE) da Força Aérea Brasileira (FAB), Brigadeiro do Ar José Vagner Vital, participou, de 16 a 19 abril, do 34º Simpósio Espacial, em Colorado Springs, nos Estados Unidos. O objetivo do evento, que reuniu representantes dos Estados Unidos, Brasil, Dinamarca, Japão e Noruega, entre outros, foi debater planos, políticas, novas ideias e tecnologias para o setor espacial. Durante o evento, houve diversas apresentações sobre a importância do compartilhamento de dados de Consciência Situacional Espacial (SSA, na sigla em inglês).

Os países participantes têm a expectativa de que o estabelecimento de acordos bilaterais para compartilhamento de dados seja uma preparação para a cooperação futura na área espacial. Antes do Simpósio, o Comando Estratégico dos EUA já havia estabelecido 82 acordos de compartilhamento internacional com nações, empresas e organizações intergovernamentais.

Brigadeiro Vital conversou com a Secretária da USAF Heather Wilson.

Segundo a diretora de Planos e Políticas do Comando Estratégico, Major General Nina Armagno, a intenção desses acordos é manter e compartilhar uma conta precisa para todos os objetos espaciais feitos pelo homem, garantindo a segurança dos voos espaciais para todas as nações que exploram o espaço. “Esses acordos reúnem nosso conhecimento coletivo e contribuem para o uso responsável do espaço”, ressalta.

O vice-presidente da CCISE também reforça que a SSA é uma questão de segurança e proteção. “Haverá milhares de satélites em órbita baixa de interesse para o Brasil. Quanto mais informações compartilhamos e mais dados temos, melhor para os operadores”, explica.

No dia 17, o oficial-general da FAB foi um dos participantes do Painel “Parceiros emergentes no domínio espacial”, que reuniu ainda militares dos Estados Unidos, da Noruega e um representante do Ministério da Defesa do Japão. Na ocasião, teve a oportunidade de apresentar o programa estratégico de sistemas espaciais, enfatizando a possibilidade de cooperação ampla, incluindo fabricação de satélites, veículos lançadores e uso do sítio de lançamento de Alcântara, tanto pelo governo quanto por empresas privadas de outros países.

Além disso, participou de uma série de reuniões com representantes do Governo Americano e de suas Forças Armadas, e empresas do setor espacial. 



Fonte: Site da Força Aérea Brasileira (FAB) - http://www.fab.mil.br

quinta-feira, 19 de abril de 2018

Instituto de Estudos Avançados (IEAv) Firma Protocolo de Intenções Com o INPE

Olá leitor!

Segue abaixo uma interessante nota postada hoje (19/04) no site da Força Aérea Brasileira (FAB), destacando que Instituto de Estudos Avançados (IEAv) firmou “Protocolo de Intenções” com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE).

Duda Falcão

PARCERIA

Instituto de Estudos Avançados Firma
Protocolo de Intenções Com o INPE

Objetivo é agregar e potencializar as competências técnicas, profissionais
e a infraestrutura laboratorial das duas instituições

Por Tenente João Elias
Revisão: Cap Oliveira
Agência Força Aérea
Fonte: IEAv
Publicado: 19/04/2018 - 11:10


O Instituto de Estudos Avançados (IEAV), unidade da Força Aérea Brasileira (FAB) localizada em São José dos Campos (SP), firmou, no dia 9 de abril, uma parceria com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). O objetivo é agregar e potencializar as competências técnicas, profissionais e a infraestrutura laboratorial das duas instituições de forma a trabalharem de forma sinérgica e a impulsionar a pesquisa e o desenvolvimento tecnológico.

A parceria envolve compartilhamento de laboratórios, disciplinas acadêmicas, docentes e pesquisadores, além de uma atuação conjunta perante agências de fomento e outras dedicadas à pesquisa e ao ensino, bem como a implementação de projetos de pesquisa e promoção de eventos científicos.

“Iniciativas como esta mostram que o IEAV está claramente alinhado e atendendo às expectativas expressas na Concepção Estratégica da FAB, que ressalta a importância da ciência e tecnologia, bem como a necessidade de que os recursos alocados para esta área venham de soluções alternativas, além do orçamento da união”, ressaltou o Diretor do IEAV, Coronel Aviador Lester de Abreu Faria.


“Uma das formas mais rápidas e eficientes de se alcançar esse objetivo é justamente por meio de parcerias, compartilhamento de recursos e realização de pesquisas de aplicação dual, o que levará a avanços tecnológicos que modificarão rapidamente o equilíbrio geoestratégico nacional e internacional", complementou o Diretor.


Fonte: Site da Força Aérea Brasileira (FAB) - http://www.fab.mil.br

Comentário: Bom, me parece uma interessante iniciativa e uma forma de depender cada vez menos desta piada chamada AEB. Espero e torço para que a mesma seja conduzida com sapiência, seriedade, competência e dinamismo.

Encontro de Previsores de Clima Espacial na Argentina Destaca Rede Embrace MagNet do INPE

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada ontem (18/04) no site oficial do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) destacando que Encontro de Previsores de Clima Espacial na Argentina destaca Rede Embrace MagNet do INPE.

Duda Falcão

NOTÍCIA

Encontro de Previsores de Clima
Espacial Destaca Rede Embrace MagNet

Por INPE
Publicado: Abr 18, 2018

São José dos Campos-SP, 18 de abril de 2018

O 11º Encontro da Associação Latino-Americana de Geofísica Espacial acontece de 15 a 20 de abril em Buenos Aires, Argentina. No evento, os países que possuem centros de previsão do tempo do espaço trocam experiências sobre suas operações regionais.

O primeiro “briefing” de clima espacial entre os centros de alertas regionais da América Latina - Argentina, Brasil e México – será na sexta-feira (20). Como preparação, foi realizado o primeiro Encontro de Previsores de Clima Espacial.

Programa de Estudo e Monitoramento Brasileiro do Clima Espacial (Embrace) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) concebeu uma nova rede para investigar o efeito de eventos de clima espacial no campo magnético da Terra na América do Sul.

A Embrace MagNet foi planejada para cobrir a maior parte da porção leste do setor longitudinal da América do Sul, instalando e operando estações de magnetômetros do tipo “fluxgate”.

“Esta rede preenche a lacuna de medidas magnéticas disponíveis online neste setor e pretende fornecer dados magnéticos para serem utilizados como uma estimativa do nível de perturbação regional causado pelas tempestades geomagnéticas conduzidas pelos efeitos do Clima Espacial, e desenvolver o índice K da América do Sul (Ksa)”, explica Clezio Marcos De Nardin, pesquisador que lidera a iniciativa e representa o INPE no Encontro da Associação Latino-Americana de Geofísica Espacial.

Uma meta científica de longo prazo da Embrace MagNet é investigar as tendências na intensidade magnética da Anomalia Magnética da América do Sul (SAMA) e a implicação de sua presença no desvio dos índices magnéticos usados para monitorar a relação solar-terrestre associada ao clima espacial.

Artigo publicado recentemente no “Radio Science Journal” descreve a capacidade da rede e apresenta seu potencial científico para previsão e monitoramento do clima espacial, fornecendo suas primeiras descobertas científicas. Outro artigo foi publicado na mesma edição do Radio Science Journal, que destaca na capa a Embrace MagNet.

“Estamos desenvolvendo uma rede que cobre as dimensões continentais (50 ° x 40 ° em latitude x longitude)”. Ao instalar uma rede de magnetômetros desta dimensão no setor sul-americano, o Programa Embrace pode adquirir dados suficientes para ajudar a comunidade científica a investigar se as respostas a tempestades magnéticas no leste ou oeste do setor sul-americano são diferentes ou semelhantes”, diz De Nardin.

No entanto, o pesquisador destaca que “manter essa rede exige muito esforço, incluindo viagens longas para realizar reparos ou manutenções. Assim, uma parceria cooperativa de instituições (INPE, UNIVAP, ON, UFTPR e UFJ, no Brasil, e UNT e UNLP, na Argentina) com o engajamento de todos é fundamental”.


Fonte: Site do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)

Neerlandeses Discutem na AEB Agenda Para Missão à Innovation Expo

Olá leitor!

Segue abaixo a nota postada ontem (18/04) no site da Agência Espacial Brasileira (AEB), destacando que uma delegação de agentes diplomáticos neerlandeses estiveram na Agência para discutir agenda brasileira para a missão à “Innovation Expo”, bem como o cumprimento de uma agenda voltada para a utilização de tecnologias espaciais em áreas específicas como agricultura de precisão.

Duda Falcão

Neerlandeses Discutem na AEB
Agenda Para Missão à Innovation Expo

Coordenação de Comunicação Social
Publicado em: Brasília, 18 de abril de 2018


Uma delegação de agentes diplomáticos neerlandeses esteve na Agência Espacial Brasileira (AEB), na última segunda-feira (16.04), para discutir a participação de interlocutores brasileiros em missão a ser organizada àquele país para, além do cumprimento de uma agenda voltada para a utilização de tecnologias espaciais em áreas específicas como agricultura de precisão, também visitar a sétima edição da Innovation Expo (IE2018) que acontecerá em 4 de outubro de 2018.

A IE2018, realizada a cada dois anos, faz parte do esforço conjunto de diversos ministérios dos Países Baixos, além de universidades, institutos de pesquisa, e atores da sociedade civil interessados no impacto de práticas inovadoras na consecução dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável e na formulação de uma agenda tangível de soluções para os complexos desafios do novo milênio.

Bert Rikken, adido Agrícola da Embaixada do Reino dos Países Baixos, acompanhado de Ramon Gerrits, assessor da Missão, e de Ernst-Jan Bakker, adido de Inovação, Tecnologia & Ciência da Holland Innovation Network, sentaram-se à mesa com o chefe da Assessoria de Cooperação Internacional da AEB, Hugo Barbosa, e tecnologistas das Diretorias de Política Espacial e Investimentos Estratégicos (DPEI) e de Satélites, Aplicações e Desenvolvimento (DSAD).

Segundo Hugo, as parcerias internacionais são ativos valiosos para a capacitação tecnológica do setor espacial brasileiro e para a afirmação da capacidade espacial do País. A colaboração internacional promove maior quantidade de projetos, permitindo aos setores industriais dos países envolvidos adquirirem dinâmica e sustentabilidade próprias.

“A cooperação sempre é interessante, especialmente quando sai do campo das boas intenções e passa a ser observada pelo viés do usuário, partindo-se para o estabelecimento proativo de laços com outros atores, gerando negócios e beneficiando a sociedade”, ressaltou Daniela Ferreira Miranda, assessora técnica da AEB.

Oportunidades de Cooperação

A agricultura de precisão foi o tema principal das conversas, em continuidade à linha de discussões originada da mesa redonda realizada pela AEB e a Holland Innovation Network no início de 2017. Mais do que explorar o que cada país está desenvolvendo atualmente no campo da tecnologia de satélites em agricultura de precisão, as partes convergiram para o entendimento de que há espaço para implementar laços de cooperação mais amplos, cobrindo outras áreas de interesse, como Internet das Coisas (IoT), por exemplo.

A tecnologista Fernanda Lima (DPEI) informou aos presentes que a AEB vem conduzindo um trabalho de consulta junto a diversas instituições nacionais demandantes de produtos e serviços do setor espacial por meio da aplicação de questionários qualitativos. Esse esforço auxiliará na identificação das tendências tecnológicas e das prioridades do País para o setor, além de viabilizar a construção participativa de um Programa Espacial Brasileiro alinhado às necessidades da sociedade.

As áreas investigadas pela DPEI incluem observação da Terra, coleta de dados, meteorologia, comunicações, posicionamento e navegação, e missões científicas. As informações oriundas dos questionários devem ser consolidadas até o mês de maio, quando, então, a AEB terá uma ideia mais precisa das necessidades de diversos setores, notadamente o da agricultura, objeto de maior aproximação com as contrapartes neerlandesas.

Para Fernanda, o encontro com interlocutores neerlandeses representou uma oportunidade para viabilizar a construção conjunta de soluções aos desafios do setor agrícola, especialmente no que diz respeito aos pequenos produtores nacionais e à agricultura familiar. A tecnologista da AEB acrescentou, ainda, que as informações resultantes do processo de identificação e análise de demandas nacionais ao setor espacial também podem contribuir no delineamento de alternativas de cooperação voltadas ao compartilhamento de dados geoespaciais e ao desenvolvimento de tecnologias e aplicações.


Fonte: Site da Agência Espacial Brasileira (AEB)

Comentário: Pois é leitor, infelizmente a comunidade internacional continua dando crédito a essa piada chamada AEB. Vão aprender pelo pior caminho.

quarta-feira, 18 de abril de 2018

Carta de Intenções Entre FAB e Prefeitura Prevê Criação de Parque Tecnológico em Parnamirim

Olá leitor!

Segue abaixo uma interessante notícia postada ontem (17/04) no site da Força Aérea Brasileira (FAB), destacando que durante a realização da “Campus Party Brasil”, em Natal (RN), uma “Carta de intenções” foi assinada entre a FAB e a Prefeitura de Parnamirim prevendo a criação de Parque Tecnológico.

Duda Falcão

ACORDO

Carta de Intenções Entre FAB e Prefeitura Prevê
Criação de Parque Tecnológico em Parnamirim

Documento foi assinado na Campus Party Natal no sábado (14)

Por  Ten Cynthia Fernandes
Revisão: Cap Oliveira
Fonte: Ala 10, por Ten Juliana Lopes
Agência Força Aérea
17/04/2018 -16:00

Fotos: Sargento Marcella/ Ala 10

Um parque tecnológico voltado para pesquisas na área aeroespacial deve ser construído nos próximos anos em Parnamirim (RN), em parceria entre a Força Aérea Brasileira e a Prefeitura do município. Uma carta de intenções foi assinada pelo comandante da Ala 10, Brigadeiro do Ar Luiz Guilherme Silveira de Medeiros, e pelo prefeito da cidade, Rosano Taveira, no sábado (14). O ato ocorreu no palco central "Feel the Future", na Campus Party Natal, principal evento de internet e tecnologia do país.

No documento, a FAB e a Prefeitura de Parnamirim declaram a intenção de cooperação para a criação do Núcleo do Parque Tecnológico Trampolim da Vitória, que desenvolverá pesquisas e projetos na área da tecnologia aeroespacial.


Para isso, a Força Aérea cederá, mediante contrapartidas, a área para construção da sede do empreendimento. "Nosso objetivo é dar uma finalidade social para a área que até 2016 era ocupada pelo antigo Aeroporto Augusto Severo. Essa carta de intenções é o reconhecimento, tanto da Força quanto da Prefeitura de Parnamirim, desse compromisso. Será muito importante para ampliar a capacidade tecnológica da cidade, afinal de contas a inovação tecnológica não depende só das empresas, mas também do comprometimento das instituições e da sociedade de uma forma geral", avaliou o comandante da Ala 10.

De acordo com o prefeito de Parnamirim, a criação do Parque Tecnológico representa um importante passo para o desenvolvimento da cidade. "A Força Aérea é o marco de Parnamirim, a criação da cidade está intimamente ligada à FAB, por isso não podíamos ficar de fora desse avanço tecnológico", afirmou Rosano Taveira. Segundo ele, a expectativa é que o empreendimento atraia de dez a quinze empresas da área tecnológica, além de contar com a parceria do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte (IFRN).

Campus Party Natal - O evento foi realizado entre os dias 11 e 15 de abril, no Centro de Convenções de Natal. Além do ato envolvendo a Ala 10, o Centro de Lançamento da Barreira do Inferno (CLBI) também representou a Força Aérea. No dia 11 de abril, durante a abertura da CP Natal, o lançamento de um foguete de treinamento do CLBI foi a primeira atividade da programação. Além disso, o Centro participou ainda de mesa redonda, palestras e workshops sobre tecnologia aeroespacial.


Fonte: Site da Força Aérea Brasileira (FAB) - http://www.fab.mil.br

Comentário: Pois é leitor, me parece uma boa e natural iniciativa que já deveria ter sido feita há pelo menos uns trinta e cinco anos. Iniciativa semelhante foi prevista e até hoje não colocada em pratica quando da criação do CLA, e ficou conhecida como CEA (Centro Espacial de Alcântara). Entretanto, a criação na época do CLFBI - Centro de Lançamentos de Foguetes da Barreira do Inferno (como era chamado o CLBI na época de sua criação) não previa tal iniciativa, apesar de ser uma iniciativa logística muito natural ter empresas do setor no entorno de um equipamento como este. Tomara mesmo que essa carta de intenções se transforme em uma iniciativa real diferente do CEA.

terça-feira, 17 de abril de 2018

Essa Foi Por Pouco: Asteroide Gigante Sobrevoa a Órbita Entre Terra e a Lua

Olá leitor!

Segue abaixo uma notícia postada ontem (16/04) no site do Sputnik News Brasil destacando que por pouco a Terra não foi atingida por asteroide gigante que sobrevoou a órbita entre Terra e a Lua.

Duda Falcão

CIÊNCIA E TECNOLOGIA

Essa Foi Por Pouco: Asteroide Gigante
Sobrevoa a Órbita Entre Terra e a Lua

Sputnik News Brasil
16/04/2018 - 1628
Atualizado 16/04/2018 - 17:09

Foto: © flickr.com/ Hubble ESA

Com apenas algumas horas de antecipação, um asteroide relativamente grande passou pela órbita da Terra-Lua no fim de semana. Você pode ter perdido o evento, já que cientistas só notaram o corpo celeste momentos antes da aproximação.

O asteroide foi descoberto pela Catalina Sky Survey da Universidade do Arizona em 14 de abril. O corpo, nomeado 2018 GE3, sobrevoou a órbita da lua horas depois de descoberto. O astrônomo amador austríaco Michael Jäger registrou o objeto passando pelas constelações do sul de Serprens.


"O 2018 GE3 é o maior asteroide conhecido a passar tão perto da Terra na história da observação", disse Jäger, citado pela NASA Spaceweather. 

"A intensidade da luz refletida no 2018 GE3 indica que ele teria entre 47 e 109 metros 157 de largura. Ele estava brilhando como uma estrela de magnitude 13 na época de minhas observações", disse Jäger.

Se o asteroide tivesse atingido a Terra, a devastação teria sido regional, mas não global, e é possível que o 2018 GE3 pudesse se desintegrar na atmosfera antes mesmo de chegar ao nosso planeta. Certeza não há, já que mapear as trajetórias de impacto de objetos que caem na Terra é notoriamente difícil.

Na semana passada, a Sputnik informou que a NASA está lutando para rastrear 17.000 grandes objetos próximos da Terra (NEOs na sigla em inglês), incluindo asteroides. O Congresso encarregou a NASA de rastrear todos os objetos com mais de 140 metros de largura.

Em 2020, a NASA planeja dar um teste duplo de asteroide de redirecionamento (DART). O DART teoricamente funciona mergulhando em um asteroide e derrubando-o em rota de colisão.


Fonte: Site Sputniknews - http://br.sputniknews.com/

Comentário: Pois é leitor, a natureza continua avisando. Hoje para a Comunidade Astronômica internacional não é mais uma questão de se seremos ou não atingidos futuramente por um asteroide ou cometa, e sim quando isto ocorrerá. Apesar desta certeza cientifica não há ainda uma mobilização planetária para se desenvolver tecnologias que salve a humanidade. A ONU deveria esta debruçada neste momento na busca de cobrar dos seus países membros uma mobilização conjunta para o desenvolvimento de um escudo de defesa planetária. Precisamos amadurecer como espécie de quisermos sobreviver neste universo perigoso, ou mais cedo ou mais tarde faremos parte das civilizações que certamente desapareceram devido a sua arrogância e infantilidade como espécie.

Forças Armadas Dizem Que Acordo Entre Telebras e VIASAT é Seguro

Olá leitor!

Segue abaixo mais uma notícia postada ontem (16/04) no site do jornal “Valor Econômico” destacando que segundo as Forças Armadas o acordo do trambolho francês SGDC-1 entre a Telebras e VIASAT é seguro.

Duda Falcão

EMPRESAS

Forças Armadas Dizem Que Acordo
Entre Telebras e VIASAT é Seguro

Por Ivone Santana
Valor Econômico
16/04/2018 - 14:58

SÃO PAULO - O Estado-Maior das Forças Armadas, subordinado ao Ministério da Defesa, fez uma avaliação dos riscos à soberania nacional decorrentes do contrato entre a Telebras e a americana VIASAT para exploração de 100% da capacidade da banda Ka do primeiro Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC-1) da empresa de economia mista.

O estudo resultou em uma nota técnica para a Advocacia-Geral da União (AGU), à qual o Valor teve acesso, relatando que não há qualquer risco à soberania nacional.

Nos últimos dias, criou-se uma polêmica em torno desse contrato, que está suspenso por liminar da Justiça. Um dos pontos levantados nas discussões dizia que entregar a exploração da banda Ka a uma empresa americana colocaria em risco a soberania nacional. Isso, mesmo ficando claro que a VIASAT ficaria restrita ao acesso à banda X.

Ocorre que o SGDC-1 transporta as bandas Ka e X. Enquanto a Ka, destinada a serviços de banda larga em todo o país, foi cedida para exploração da VIASAT, que deverá atender aos interesses do governo para massificação da internet em alta velocidade, a banda X é exclusivamente de uso militar, portanto, gerida pelas Forças Armadas.

Segundo a nota das Forças Armadas, a gestão do SGDC-1 é compartilhada entre a Telebras e o Ministério da Defesa, o qual tem controle exclusivo e irrestrito sobre a banda X.

Após analisar o projeto do satélite, as especificações técnicas, estratégicas, o acordo com a VIASAT e a participação das Forças Armadas na gestão da banda X, o parecer deixa claro que a VIASAT não terá acesso às senhas de controle do SGDC-1. Portanto, que não haverá agravamento do risco de vazamento de dados relevantes à soberania nacional devido ao acordo de compartilhamento.

O documento afirma também que a VIASAT não terá acesso ao conteúdo que tramita entre o usuário final e o destinatário da banda X, a partir da comercialização da banda Ka, e que a VIASAT não terá acesso à banda X. Por fim, a nota afirma que e o uso da banda Ka não põe em risco a segurança dos dados que trafegam na banda X.

O relatório é assinado pelo coronel Anderson Tesch Hosken Alvarenga, assessor na subchefia de comando e controle do Ministério da Defesa, no dia 12 de abril.


Fonte: Jornal Valor Econômico - 16/04/2018

Comentário: Pois é, esta é a opinião das Forças Armadas e não condiz com a verdade, infelizmente. Fazer o que? Só lembrando aos militares: É muito mais difícil construir do que destruir, pensem nisso enquanto optam por participar desta farsa.

Disputa Emperra o Programa Internet Para Todos do SGDC-1

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada ontem (16/04) no site “Tele.Síntese” destacando que disputa está emperrando o "Programa Internet Para Todos" do trambolho francês SGDC-1.

Duda Falcão

DESTAQUE

Disputa Emperra o
Programa Internet Para Todos

Briga envolvendo provedor Via Direta, de um lado, Telebras e VIASAT, do outro, adia
uso do satélite brasileiro SGDC-1 para cobrir com banda Ka regiões remotas do país

Por Rafael Bucco
Tele.Síntese
16 de abril de 2018


A disputa judicial que coloca, de um lado, a estatal Telebras e sua parceira comercial VIASAT, e do outro, o provedor manauara Via Direta, já impacta o programa Internet para Todos. A política pública é vista como principal legado da gestão de Gilberto Kassab à frente do MCTIC, mas, por estar diretamente ligada ao uso da capacidade do satélite brasileiro SGDC-1, acabou refreada pela Justiça.

Há duas semana Kassab chegou a anunciar a ativação de antenas na cidade de Pacaraima, em Roraima. Foram instalados equipamentos para atender 28 escolas e um posto de fronteira do Exército. A VIASAT diz que já estava preparada para conectar outra centena de postos nas semanas subsequentes, em outras localidades.

Kassab chegou a anunciar que, a partir de junho, 200 antenas seriam instaladas por dia para o programa, com o objetivo de cobrir 53 milhões de brasileiros com sinal de internet. Mas o trabalho foi interrompido após notificação judicial, em função da briga.

A Via Direta reclama que a Telebras passou por cima de negociações para uso de parte da capacidade civil do SGDC-1. Teria induzido a empresa amazonense a considerar o acordo fechado, o que a fez investir em infraestrutura para se conectar ao satélite. Durante as negociações, foi anunciado o acordo entre a estatal e a VIASAT, prevendo que esta explorasse 100% da capacidade civil do artefato.

Sem acesso ao satélite, a Via Direta moveu ação na Justiça do Amazonas, por perdas e danos. O processo depois caminhou para a Justiça Federal. Uma liminar foi concedida logo na primeira instância, suspendendo o contrato entre Telebras e VIASAT. A decisão foi mantida em duas outras ocasiões pela Justiça Federal. Uma conciliação está marcada para acontecer em 25 de abril.

Carta Conjunta

Telebras e VIASAT emitiram um comunicado conjunto na sexta-feira (13) à noite, no qual dizem que a concorrente tenta espalhar desinformação para prejudicar a parceria.

“A desinformação e as pretensões judiciais descabidas podem se tornar um obstáculo de curto prazo para a Telebras e a VIASAT. Contudo, estamos investindo no longo prazo. A Telebras e a VIASAT permanecem confiantes de que a parceria será mantida nos tribunais e reconhecida pelo que realmente é: uma abordagem lícita e inovadora para trazer benefícios sociais importantes, como internet de alta velocidade a todo o Brasil”, dizem as empresas.

A VIASAT afirma, na carta, que já investiu “milhões de dólares para apoiar a parceria com a Telebras, e está comprometida em investir muito mais”. Reitera que a parceria prevê compartilhamento de receita, enquanto a estatal e o Exército serão os únicos operadores do satélite. A prioridade, alegam, será cobrir o Brasil e acelerar a política pública. Depois disso a VIASAT buscaria seus clientes.

A Telebras continuaria como a condutora principal das políticas públicas. “A Telebras tem o direito exclusivo de fornecer conectividade a milhares de escolas, postos de saúde, instituições governamentais e comunidades isoladas. O único papel da VIASAT nesses locais é dar suporte à Telebras com a instalação de equipamentos terrestres e na garantia do bom funcionamento da rede. A VIASAT não tem direito de explorar comercialmente a capacidade direcionada à Telebras no atendimento a clientes governamentais”, ressaltam as empresas. Reiteram, também serem as Forças Armadas as únicas a acessar a Banda X, de uso militar.


Fonte: Site Tele.Síntese - http://www.telesintese.com.br/

Comentário: Pois é, tudo que começa errado e neste caso também motivado pelas razão erradas, só pode terminar errado.

Associação COBRUF Anuncia Regras de Competição Internacional de Rovers

Olá leitor!

Associação COBRUF anunciou no dia 15/04 um novo desafio em sua página oficial no Facebook, ou seja, as regras da “COBRUF Rovers Beta”, que segundo eles, será a mais inovadora competição internacional de rovers espaciais do mundo.


Esta competição está alinhada com as principais missões de rovers marcianos, passadas, presentes e futuras e busca dar a oportunidade aos estudantes de participarem de projetos desta natureza, contribuindo também com tecnologias que vão ajudar muito a indústria robótica, automotiva e de inteligência artificial na Terra.

A edição deste ano será online, com projetos computacionais, para facilitar a participação de equipes e os interessados em participar podem obter maiores informações através do link: https://blog.cobruf.com.br/cobruf-rovers-beta-regras-9c7e2f32743f

Duda Falcão

Brasil Cobra Resposta dos EUA Sobre Acordo Para Uso da Base de Alcântara

Olá leitor!

Segue abaixo uma notícia postada dia (12/04) no site da “Agência Reuters Brasil” destacando que o Brasil cobra resposta dos EUA sobre acordo para uso da Base de Alcântara.

Duda Falcão

NACIONAL

Brasil Cobra Resposta dos EUA Sobre
Acordo Para Uso da Base de Alcântara

Por Lisandra Paraguassu
Redação Reuters
12 de abril de 2018 / às 19:34

LIMA (Reuters) - O governo brasileiro cobrou dos Estados Unidos uma resposta à proposta de uso da base de Alcântara, entregue a Washington há quase um ano e até agora sem resposta, disseram à Reuters fontes que acompanharam a reunião entre o ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes Ferreira, e o Secretario de Estado interino dos EUA, John Sullivan.

“Nós apresentamos um resumo de 10 pontos que estamos esperando resposta. Alguns avançaram outros não. Na questão de Alcântara estamos esperando e cobramos uma resposta”, disse à Reuters uma das fontes.

A proposta brasileira para uso da base substituiu o texto que foi rejeitado pelo Congresso no ano 2000 por ser considerada muito intrusiva pelos parlamentares, já que dava acesso total à base pelos norte-americanos com pouco retorno tecnológico para o país.

“Nossa contraproposta avançou nas questões que preocupavam o Congresso e acho que cobre bem as preocupações americanas com propriedade intelectual, proteção à tecnologia”, disse uma das fontes. “O que foi dito agora é que a proposta já passou por todas as agências americanas e em seguida eles estarão prontos para negociar.”

O governo brasileiro apresentou a propostas no início de junho de 2017. Desde então, diversas empresas demonstraram interesse em lançar foguetes da base em Alcântara (MA) que, por sua localização na linha do Equador exige 30 por cento menos combustível que outras regiões.

Pelo menos cinco empresas norte-americanas demonstraram interesse depois de uma visita à base. Lockheed Martin e Boeing estiveram em Alcântara, além da Vector Space Systems, que lança pequenos satélites, e da Microcosm. Todas elas, no entanto, só podem usar a base depois de assinado um acordo de salvaguardas de tecnologia entre os dois países, por exigência das leis norte-americanas.

“A própria Boeing tem pressionado o governo americano para resolver essa questão porque eles têm muito interessem no uso da base”, disse uma das fontes.

Inicialmente, autoridades brasileiras haviam dito que a SpaceX também participara da visita a Alcântara e demonstrara interesse em usar a base. A SpaceX informou posteriormente, no entanto, que não visitou a base e que não tem interesse em usá-la.

O Brasil abandonou planos de construir seu próprio foguete para transportar grandes satélites após uma explosão em 2003 em Alcântara que matou 21 pessoas e dizimou o programa espacial brasileiro. Depois disso, ainda no governo de Luiz Inácio Lula da Silva, foi feito um acordo com a Ucrânia para desenvolvimento conjunto de um veículo lançador de satélites.

O país europeu, no entanto, nunca pagou sua parte no investimento nem entregou a tecnologia combinada. O acordo foi rompido em 2015.

A intenção agora é encontrar uma forma de receber dividendos e também tecnologia. O uso da base foi oferecido não apenas para os Estados Unidos e outros países interessados poderão usar também.

Embora o mercado de lançamentos de grandes satélites geoestacionários tenha se consolidado, o Space Enterprise Council, que representa a indústria norte-americana desde serviços de lançamento até fabricantes de satélites, disse que o crescente setor de microsatélites poderia registrar até 600 lançamentos para satélites abaixo de 50 kg deste ano a 2022.

Alcântara poderia ocupar 25 por cento desse mercado, de acordo com o conselho, que disse que uma parceria entre os EUA e o Brasil daria a ambos os países uma vantagem no segmento de rápido crescimento.


Fonte: Site da Agência Reuters Brasil - http://br.reuters.com/

sábado, 14 de abril de 2018

O Brasil na Copa Spaceport América 2018

Olá leitor

A competição mundial de foguetes da “Copa Spaceport América” deste ano, está programada para ser realizada de 19 a 23 de junho, com eventos realizados em Las Cruces (NM) e no Campus da Spaceport América.

Uma vez mais leitor o Brasil estará representado pelas suas esquipes universitárias de fogueteiros e segundo a pré-lista de inscritos divulgada, das 132 pré-inscritos apenas quatro são brasileiras. São Elas:

EQUIPE
UNIVERSIDADE
FOGUETE
CATEGORIA




Grupo de Foguetes do Rio de Janeiro
UERJ
Atom
10 K SRAD - Motor Sólido
Projeto Júpiter
EP-USP
Callisto
10 K SRAD – Motor Híbrido
ITA Rocket Design
ITA
RD-08
10 COTS – Todos Tipos de Propulsão
UFPel Rocket Team
UFPel
Cotada-209
10 K SRAD - Motor Sólido

Pois é leitor, estamos na expectativa para que outras equipes brasileiras também possam representar o Brasil este ano nesta competição, especialmente os nossos amigos do Paraná e a galerinha do Nordeste.

Duda Falcão